Igor Gadelha

As ousadas metas eleitorais do Centrão de olho no pós-Lula

PSD e federação PP-União Brasil fixaram metas ousadas para tentar ampliar suas bancadas no Congresso a partir de 2027, de olho no pós-Lula

atualizado

metropoles.com

Compartilhar notícia

Foto: Luis Nova/Especial Metrópoles @LuisGustavoNova
O Secretário de Governo e Relações Institucionais do Estado de São Paulo, Gilberto Kassab
1 de 1 O Secretário de Governo e Relações Institucionais do Estado de São Paulo, Gilberto Kassab - Foto: Foto: Luis Nova/Especial Metrópoles @LuisGustavoNova

Céticos com a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) e prevendo a possível reeleição do presidente Lula, partidos do Centrão estabeleceram metas ousadas para ampliar suas bancadas no Congresso Nacional a partir de 2027.

O PSD de Gilberto Kassab, por exemplo, quer aumentar a bancada de deputados de 47 para 70 e reeleger 11 dos 13 senadores. Já a federação PP–União Brasil mira expandir a bancada de 119 para 130 parlamentares no Congresso.

As ousadas metas eleitorais do Centrão de olho no pós-Lula - destaque galeria
5 imagens
Senador Ciro Nogueira (PP-PI)
Ciro Nogueira e Tarcísio de Freitas
Antonio Rueda, presidente do União Brasil
Os presidentes do União Brasil, o advogado Antônio Rueda, e do PP, o senador Ciro Nogueira (PI), anunciam desembarque do governo Lula
Gilberto Kassab, presidente do PSD
1 de 5

Gilberto Kassab, presidente do PSD

Agência Brasil
Senador Ciro Nogueira (PP-PI)
2 de 5

Senador Ciro Nogueira (PP-PI)

KEBEC NOGUEIRA/ METRÓPOLES @kebecfotografo
Ciro Nogueira e Tarcísio de Freitas
3 de 5

Ciro Nogueira e Tarcísio de Freitas

Reprodução/ redes Ciro Nogueira
Antonio Rueda, presidente do União Brasil
4 de 5

Antonio Rueda, presidente do União Brasil

Breno Esaki/Metrópoles (@BrenoEsakiFoto)
Os presidentes do União Brasil, o advogado Antônio Rueda, e do PP, o senador Ciro Nogueira (PI), anunciam desembarque do governo Lula
5 de 5

Os presidentes do União Brasil, o advogado Antônio Rueda, e do PP, o senador Ciro Nogueira (PI), anunciam desembarque do governo Lula

Augusto Tenório

Na avaliação de caciques do Centrão ouvidos pela coluna, a estratégia estaria ligada à construção de um nome para preencher o “vácuo” político para as eleições de 2030, após um possível quarto mandato de Lula.

No cenário atual, lideranças do Centrão avaliam que o PT não teria ainda uma figura capaz de carregar o legado de Lula e disputar a eventual sucessão do petista em 2030.

Nesse cenário, a leitura desses caciques é de que a melhor opção seria investir em um Congresso Nacional forte, com mais parlamentares, para tentar alavancar um nome presidencial oriundo do Legislativo.

Centrão teve expectativas frustradas

A federação PP-União Brasil e o PSD queriam emplacar Tarcísio de Freitas (Republicanos) na disputa presidencial de 2026, mas o governador paulista acabou não sendo escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Bolsonaro frustrou as expectativas do Centrão e indicou Flávio como seu candidato. A decisão, segundo aliados do ex-presidente e do senador, foi tomada para manter o legado da família após a prisão do ex-mandatário.

Quais assuntos você deseja receber?

Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

3.

Configurações do site

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações

metropoles.comIgor Gadelha

Você quer ficar por dentro da coluna Igor Gadelha e receber notificações em tempo real?