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Igor Gadelha

Advogado da amiga de Lulinha defende nova estratégia de atuação

À coluna, advogado Roberto Podval afirmou que pretende afastar politização da defesa da amiga de Lulinha, evitando briga com PF, STF e MP

05/08/2026 05:00, atualizado 05/08/2026 15:22
Arte/ Metrópoles
Lulinha e Roberta Luchsinger / Mendonça

O advogado Roberto Podval assumiu, nesta semana, a dianteira da defesa da empresária e lobista Roberta Luchsinger. Ela é investigada em uma série de inquéritos no STF ao lado de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

Podval já integrava a equipe. Desde o início desta semana, entretanto, passou a ser o único escritório a cuidar da defesa da amiga de Lulinha, após o advogado Bruno Salles deixar o time de defensores da empresária.

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Roberta Luchsinger, empresária amiga de Lulinha e investigada pela Polícia Federal
Lulinha e Roberta Luchsinger
Advogado Roberto Podval
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Advogado Roberto Podval

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Roberta Luchsinger, empresária amiga de Lulinha e investigada pela Polícia Federal
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Roberta Luchsinger, empresária amiga de Lulinha e investigada pela Polícia Federal

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Lulinha e Roberta Luchsinger
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Lulinha e Roberta Luchsinger

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À coluna, Podval defendeu mudança de atuação no caso. O advogado afirmou que pretende afastar a politização dos casos envolvendo Roberta, evitando briga com a Polícia Federal, o STF e o Ministério Público.

“Vamos tratar o caso de forma jurídica, e não política. Não estamos aqui pra brigar com ninguém, conheço e respeito o papel de cada um dos atores. Este assunto está sendo muito politizado, acho que precisa ser tratado nos autos”, afirmou o advogado à coluna.

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Advogado que deixou defesa se pronuncia

À coluna, o advogado Bruno Salles afirmou que sua saída da defesa de Roberta Luchsinger “se deu por razões de realinhamentos estratégicos”, passando a ser exercida unicamente pelo escritório de Podval, que já fazia parte da equipe.

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“Sempre atuamos de forma estritamente jurídica, nos autos dos processos e procedimentos. Sempre fomos muito bem recebidos pelo gabinete do Ministro André Mendonça e pela Procuradoria-Geral da República, em quem depositamos nossa confiança institucional”, disse o advogado.

Segundo Salles, divergências com as teses acusatórias “são naturais da defesa criminal e foram expostas de maneira lógica e jurídica nos autos”. “Continuamos seguros de que a investigação na qual atuamos até agora deverá ser arquivada”, disse.