Igor Gadelha

A conversa do diretor da PF com Derrite sobre a morte de ex-delegado

Diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues conversou com secretário de Segurança de SP, Guilherme Derrite, sobre morte do ex-delegado Ruy Fontes

atualizado

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Reprodução/ Prefeitura de Praia Grande
O sepultamento de Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado-geral executado na noite de segunda-feira (15) no litoral de SP, será na capital paulista - Metrópoles
1 de 1 O sepultamento de Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado-geral executado na noite de segunda-feira (15) no litoral de SP, será na capital paulista - Metrópoles - Foto: Reprodução/ Prefeitura de Praia Grande

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, conversou com o secretário de Segurança Pública do estado de São Paulo, Guilherme Derrite, na terça-feira (16/9) sobre o assassinato do ex-delegado-geral da Polícia Civil paulista Ruy Fontes.

À coluna, Andrei disse ter trocado mensagens com Derrite pela manhã. Na conversa, o diretor-geral ofereceu ajuda da Polícia Federal na investigação do crime. “Ofereci ao Derrite, a PF está à disposição para ajudar”, afirmou Andrei.

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Ruy Ferraz Fontes era delegado da Polícia Civil de São Paulo
Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado da Polícia Civil de São Paulo
O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues
Guilherme Derrite, secretário de Segurança Pública do Governo de São Paulo
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Guilherme Derrite, secretário de Segurança Pública do Governo de São Paulo

Fábio Vieira/Metrópoles
Ruy Ferraz Fontes era delegado da Polícia Civil de São Paulo
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Ruy Ferraz Fontes era delegado da Polícia Civil de São Paulo

Prefeitura de Praia Grande/Divulgação
Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado da Polícia Civil de São Paulo
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Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado da Polícia Civil de São Paulo

Divulgação/Alesp
O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues
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O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues

Vinícius Schmidt/Metrópoles

O diretor da Polícia Federal indiciou ainda não ter recebido uma resposta de Derrite. Andrei ressaltou, porém, que, se o secretário pedir, a PF atuará na investigação. “Se formos demandados, certamente ocorrerá”, afirmou.

Procurado por meio de sua assessoria, Derrite não respondeu se aceitará ou não o pedido de ajuda da Polícia Federal na investigação da morte de Ruy Fontes. O espaço segue aberto para eventuais manifestações do secretário de Segurança paulista.

A morte do ex-delegado

Como o Metrópoles noticiou, o ex-delegado-geral da Polícia Civil foi a tiros na noite da segunda-feira (15/9), em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Ele ficou conhecido pelo enfrentamento ao PCC, facção que o considerava como um dos seus maiores inimigos.

 

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