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Igor Gadelha

A avaliação do Planalto sobre o relator do PL Antifacção no Senado

Auxiliares de Lula no Palácio do Planalto avaliam a escolha de Alessandro Vieira (MDB-SE) como relator do PL Antifacção no Senado

19/11/2025 16:00
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Agência Senado
senador Alessandro Vieira - Metrópoles

Integrantes do Palácio do Planalto avaliam que a escolha de Alessandro Vieira (MDB-SE) como relator do PL Antifacção no Senado foi mais “equilibrada” para o governo do que a de Guilherme Derrite (PL-SP) na Câmara dos Deputados.

Nos bastidores, auxiliares do presidente Lula dizem considerar a indicação de Alessandro Vieira como positiva, uma vez que o senador construiu uma longa carreira como delegado da Polícia Civil em Sergipe, seu  reduto eleitoral.

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Senador Alessandro Vieira (PSDB)
Relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB)
A ratificação do acordo depende do presidente Lula
Alessandro Vieira após ser processado por família de Moraes
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Alessandro Vieira após ser processado por família de Moraes

Agência Senado
Senador Alessandro Vieira (PSDB)
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Senador Alessandro Vieira (PSDB)

Waldemir Barreto/Agência Senado
Relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB)
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Relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB)

Pedro França/Agência Senado
A ratificação do acordo depende do presidente Lula
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A ratificação do acordo depende do presidente Lula

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

Integrantes do Planalto também avaliam que, por integrar um partido de centro — o MDB — o parlamentar sergipano tende a politizar menos o debate sobre o tema do que Derrite, que é secretário do governo Tarcísio de Freitas.

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Alessandro Vieira, vale lembrar, é considerado um senador independente, que hora vota com o governo, hora vota com a oposição. Recentemente, o senador sergipano foi indicado como o relator da CPI do Crime Organizado no Senado.

Planalto aposta no Senado

Como a coluna antecipou, o Planalto aposta no Senado para barrar alguns pontos do projeto aprovado pela Câmara. Um dos trechos prevê a destinação para as policiais estaduais de recursos que hoje vão para a Polícia Federal.

À coluna, o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), afirmou que vai trabalhar para “enterrar em cova profunda” esse ponto da matéria. “Essa questão é absurda”, disse.

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