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Guilherme Amado

Planalto analisa fazer nomeações ainda hoje para aprovar MP dos Ministérios

Palácio do Planalto tem dificuldades para aprovar medida provisória que reestruturou a Esplanada dos Ministérios no início do governo Lula

31/05/2023 19:27, atualizado 31/05/2023 19:50
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Acácio Pinheiro/Agência Brasília
Esplanada dos Ministérios

O Palácio do Planalto agora aposta na nomeação de indicações pendentes do Centrão para cargos no governo, como uma forma de aprovar a medida provisória de reestruturação da Esplanada dos Ministérios.

Nesta quarta-feira (31 de maio), o governo federal liberou R$ 1,7 bilhão em emendas parlamentares como forma de atender à base aliada e tentar diminuir as resistências para a votação da medida provisória.

A articulação política do governo avalia que, caso o tema seja pautado por Arthur Lira, a tendência é que a medida provisória seja aprovada, porque entende que seria muito constrangedor para grande parte dos deputados da base aliada votar nominalmente a favor do desemprego de seus correligionários.

Afinal, se a medida provisória não for aprovada, estarão desempregados nomes do PSD (André de Paula, da Pesca), do MDB (Simone Tebet, Renan Filho, Jader Barbalho), do PSB (Geraldo Alckmin e Márcio França), do PDT (Carlos Lupi e Waldez Góes), PSol (Sônia Guajajara), além de petistas (Paulo Teixeira, Fernando Haddad, Wellington Dias) e nomes não filiados a nenhuma sigla, como Margareth Menezes, Ana Moser, Anielle Franco, Silvio Almeida, Aparecida Gonçalves e Esther Dweck.