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Pesquisa mostra como endividamento de mulheres se agravou na pandemia

Pesquisa com mulheres do Norte e do Nordeste mostra que o pagamento de contas e a compra de alimentos são as maiores causas do endividamento

atualizado

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Igo Estrela / Metrópoles
Servidora pública superendividada
1 de 1 Servidora pública superendividada - Foto: Igo Estrela / Metrópoles

Uma pesquisa lançada nesta terça-feira (11/10) apontou como o endividamento entre mulheres se agravou durante a pandemia de Covid-19. Tarefas básicas, como o pagamento de contas de água e luz e a compra de alimentos, viraram as principais causas do endividamento feminino em um cenário de alta do desemprego e de precarização do trabalho.

O estudo compõe o relatório “Endividar-se para viver: o cotidiano das mulheres na pandemia” e o livro “O sistema financeiro e o endividamento das mulheres”. A pesquisa qualitativa, feita com mulheres de seis cidades do Norte e do Nordeste, foi conduzida pelo Instituto Eqüit.

O levantamento aponta que o cartão de crédito foi a modalidade de crédito mais usada pelas mulheres na pandemia, totalizando 38% das entrevistadas. No universo pesquisado, 32% recorreram a outras modalidades enquanto faziam uso do cartão.

O crediário foi contratado por 33% das entrevistadas e firmou-se como a segunda modalidade de crédito mais usada na pandemia. O empréstimo pessoal contratado com bancos e o FIES vieram em seguida no levantamento.

A maior parte das entrevistadas respondeu que houve aumento de despesas domésticas na pandemia. Os gastos com alimentação, saúde e com contas de luz, água e gás pesaram mais na carteira das mulheres, seguidos pelas despesas com telefone e internet e pelo pagamento de dívidas e moradia.

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