Com Eduardo Barretto (interino), Bruna Lima, Eduardo Ghirotto e Paulo Cappelli

Faria Lima não teme golpe, mas dá tumulto bolsonarista como certo

É dado como certo algum episódio como o ocorrido no Capitólio americano, quando Donald Trump insuflou seus apoiadores a invadir o Congresso

atualizado 22/05/2022 5:42

Manifestação na Esplanada em apoio a BolsonaroHugo Barreto/ Metrópoles

Um arguto observador da Faria Lima, integrante do conselho de administração de um dos maiores bancos do país, diz que, hoje, o mercado considera improvável que haja algum tipo de golpe daqui até outubro, sob o molde que for, mas avalia que a possibilidade de haver tumulto causado por Jair Bolsonaro e seus aliados diante de uma derrota é um risco concreto.

Segundo esse conselheiro, o mercado entende não haver clima nem dentro nem fora do país para um ruptura institucional — o que de fato não existe.

Mas, de acordo com esse mesmo conselheiro, é dado como certo algum episódio no estilo do que ocorreu no Capitólio americano, quando Donald Trump insuflou seus apoiadores a invadir o Congresso para pressionar os parlamentares contra a aceitação do resultado nas urnas. Aqui, claro, isso ocorreria em meio à recusa de Bolsonaro em aceitar o resultado de uma derrota.

Só uma reedição brasileira do que aconteceu nos Estados Unidos já seria, na avaliação dele, terrível para a já combalida imagem do país lá fora.

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