Guilherme Amado

Empresa paga multa de R$ 655 mil por trabalhadores escravizados

Empregados trabalhavam na empresa há 15 anos

atualizado

metropoles.com

Compartilhar notícia

MPT-RJ
WhatsApp Image 2021-07-06 at 5.08.56 PM (4)
1 de 1 WhatsApp Image 2021-07-06 at 5.08.56 PM (4) - Foto: MPT-RJ

Dois trabalhadores que viviam em situação de trabalho escravo foram resgatados em junho pela força-tarefa do Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro. Os dois homens são naturais de Pernambuco e trabalhavam na Asa Branca, empresa de montagem de cestas básicas. A Asa Branca começou a pagar as multas rescisórias e de danos morais, de aproximadamente R$ 655 mil, nesta segunda-feira.

Além das verbas rescisórias, o MPT-RJ firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com os empregadores e estabeleceu uma multa de R$ 500 mil por dano moral coletivo e de R$ 20 mil por dano moral individual para cada trabalhador. As vítimas eram empregados da empresa há 15 anos e viviam em condições degradantes. Um deles era responsável por montar as cestas básicas, e o outro pela segurança noturna do espaço.

Empresa paga multa de R$ 655 mil por trabalhadores escravizados - destaque galeria
6 imagens
Condições em que os trabalhadores viviam.
Condições em que os trabalhadores viviam.
Condições em que os trabalhadores viviam.
Condições em que os trabalhadores viviam.
Condições em que os trabalhadores viviam.
Condições em que os trabalhadores viviam.
1 de 6

Condições em que os trabalhadores viviam.

MPT-RJ
Condições em que os trabalhadores viviam.
2 de 6

Condições em que os trabalhadores viviam.

MPT-RJ
Condições em que os trabalhadores viviam.
3 de 6

Condições em que os trabalhadores viviam.

MPT-RJ
Condições em que os trabalhadores viviam.
4 de 6

Condições em que os trabalhadores viviam.

MPT-RJ
Condições em que os trabalhadores viviam.
5 de 6

Condições em que os trabalhadores viviam.

MPT-RJ
Condições em que os trabalhadores viviam.
6 de 6

Condições em que os trabalhadores viviam.

MPT-RJ

A jornada de trabalho excedia doze horas diárias e os dois moravam dentro do galpão. Os empregados dormiam no chão, para tomar banho utilizavam um banheiro do escritório e guardavam seus pertences em sacos plásticos. Eles não tinham vínculo registrado na Carteira de Trabalho e estavam sem férias há anos.

Após o resgate feito pelo Grupo Especial de Fiscalização Móvel, formado pelo MPT-RJ, Superintendência Regional do Trabalho, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, os trabalhadores foram acolhidos por uma psicóloga e assistente social.

Quais assuntos você deseja receber?

Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

3.

Configurações do site

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações

metropoles.comGuilherme Amado

Você quer ficar por dentro da coluna Guilherme Amado e receber notificações em tempo real?