
Guilherme AmadoColunas

Em plena campanha, Marçal processou empresa por voo cancelado em Roma
Coach Pablo Marçal aproveitou reta final da campanha para processar Ita Airways por voo cancelado em Roma
atualizado
Compartilhar notícia

O coach Pablo Marçal, candidato do PRTB à Prefeitura de São Paulo, aproveitou a reta final da campanha para processar uma empresa aérea por causa de um voo cancelado em Roma. No processo, apresentado à Justiça de São Paulo no último dia 4, Marçal cobrou R$ 33,5 mil de danos morais e materiais da Ita Airways.
Marçal e a esposa compraram assentos da classe executiva da Ita Airways para dois trechos: Lisboa-Roma, em 7 de abril, e Roma-Guarulhos, em 9 de abril. Naquela época, Marçal estava na etapa final das negociações para ser lançado candidato pelo PRTB. Disputava o posto com Padre Kelmon.
A companhia aérea atrasou em 11 horas o voo de retorno ao Brasil em 9 de abril e ofereceu uma rota no dia seguinte. Marçal recusou e preferiu pagar R$ 23,5 mil de classe executiva para voltar com a esposa ao Brasil. Agora, ele tenta reaver esse dinheiro, além de R$ 10 mil por danos morais.
Para Marçal, que se intitulou “empresário de grande prestígio”, seus direitos fundamentais foram afrontados:
“Muito longe de casa, em um país estranho, o requerente [Marçal] teve afrontado seus direitos fundamentais à honra e dignidade (art. 5º, CF), gasto significativo com novas passagens que não estavam previstos, sem qualquer preocupação por parte da requerida [Ita Airways]”.
O juiz do caso marcou uma audiência de conciliação para janeiro de 2025. A Ita Airways ainda não apresentou uma defesa ao Tribunal de Justiça de São Paulo.
Receba o conteúdo da coluna no seu WhatsApp
Siga a coluna no Instagram
Siga a coluna no Threads