Guilherme Amado

Diretor da Aneel defende “gato” em prol de usinas da J&F

Pedido do diretor Efrain Pereira em prol de usinas da J&F surpreendeu o setor elétrico

atualizado

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Vinícius Santa Rosa/Metrópoles
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1 de 1 aneel - Foto: Vinícius Santa Rosa/Metrópoles

Um diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) pediu que quatro usinas termelétricas da J&F que ainda não estão operando usem um medidor de energia de uma outra usina do grupo empresarial, a Mário Covas. O pedido, assinado no último dia 30, surpreendeu o setor, que tem comparado a proposta a um “gato”, uma ligação de energia clandestina.

O diretor Efrain Pereira levou a sugestão na última semana à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). As usinas Edlux X, EPP II, EPP IV e Rio de Janeiro I, no Mato Grosso do Sul, ainda não geram energia.

A usina Mário Covas, em Cuiabá (MT), também da J&F, será a base dessa medição de energia, segundo a sugestão de Pereira. A medida ajuda o grupo empresarial, que fechou contratos de geração energética com o governo federal. Integrantes do setor elétrico afirmam que a ação contraria regras da Aneel, que exige uma decisão colegiada nesse tipo de processo.

Procurada, a Aneel não respondeu. Procurado, a Âmbar Energia, braço de energia da J&F, afirmou que concluiu as obras das quatro usinas no fim de julho, e que aguarda autorização do setor para começar as operações.

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