Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Guilherme Amado

CPI avalia que PF não se esforçou para fazer relatório sobre gabinete do ódio

Relatório repetia uma série de informações já de conhecimento público

Repórter de Guilherme Amado12/10/2021 06:00, atualizado 08/10/2021 20:04
Compartilhar notícia
Hugo Barreto/Metrópoles
CPI avalia que PF não se esforçou para fazer relatório sobre gabinete do ódio

A CPI considera que a Polícia Federal não se esforçou para fazer um relatório consistente a partir das informações obtidas por meio de quebras de sigilo dos integrantes do gabinete do ódio.

O relatório colocado à disposição dos senadores citava a necessidade de tempo para analisar os dados, e repetia uma série de informações já de conhecimento público, disponíveis em fontes abertas, como a imprensa.

Na visão dos senadores, a PF teria que ter alocado a mão de obra que fosse necessária para analisar os dados, o que requer uma expertise que os consultores do Senado não tem.

A relação da PF com a CPI foi conflituosa desde o começo.

Em julho, a PF designou um delegado sem experiência em investigações criminais para auxiliar os trabalhos da comissão.

Em agosto, a Polícia Federal abriu um inquérito para apurar o vazamento de informações da CPI, e recuou após pressão de Toffoli.

Já leu todas as notas e reportagens da coluna hoje? Clique aqui.