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Guilherme Amado

A disputa pela sucessão de Onyx Lorenzoni

Vaga que será deixada pelo ministro da Previdência e do Trabalho está entre uma opção técnica e servidor com apoio político

Repórter de Guilherme Amado25/03/2022 08:00, atualizado 25/03/2022 01:17
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Rafaela Felicciano/Metrópoles
Onyx Lorenzoni

A briga pela sucessão de Onyx Lorenzoni no Ministério do Trabalho e Previdência está a todo vapor. No páreo estão o secretário-executivo, Bruno Dalcomo, e o presidente do Instituto Nacional do Seguro Social, José Carlos Oliveira.

Dalcomo seria a solução técnica. Hoje, ele é o número dois da pasta e ganhou o respeito do corpo técnico do órgão depois de implementar as políticas da pasta para combater o desemprego durante a pandemia de Covid-19.

Oliveira, por sua vez, tem apoio político. Servidor de carreira do INSS, ele foi escolhido para a superintendência do órgão em São Paulo em maio de 2016 com o apoio do presidente do PSD, Gilberto Kassab, e do MDB, Baleia Rossi. Em 2021, assumiu a presidência do INSS com o apoio do Republicanos.

Lorenzoni precisa deixar o cargo até 2 de abril para poder concorrer ao governo do Rio Grande do Sul. O ministro é um aliado de primeira hora de Jair Bolsonaro e sua candidatura servirá de palanque para o presidente no estado.

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