Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Grande Angular

YouTube derruba canal de ex-juiz que pediu prisão de William Bonner

O ex-juiz e promotor de Justiça Wilson Issao Koressawa teve o canal no YouTube encerrado por suposta violação das regras do site

15/04/2022 16:19
Reprodução/Instagram
Homem de chapéu e óculos de sol

O ex-juiz e promotor de Justiça aposentado Wilson Issao Koressawa teve seu canal de vídeos encerrado pelo YouTube. Koressawa ganhou projeção após pedir a prisão do apresentador da Globo William Bonner, por não concordar com sua postura de defesa ao combate da pandemia de Covid-19.

YouTube derruba canal de ex-juiz que pediu prisão de William Bonner - destaque galeria
9 imagens
O advogado teve o pedido negado
Nas redes sociais, Koressawa apareceu ao lado de um homem armado
Ele fez um discurso ameaçando de prisão os prefeitos e governadores que decretassem lockdown em função da pandemia de Covid-19
Ele publicou um vídeo em que fala que estava aguardando uma reunião com o presidente Jair Bolsonaro (PL)
Koressawa já foi juiz do Tribunal de Justiça do Amapá
Wilson Issao Koressawa pediu a prisão de William Bonner
1 de 9

Wilson Issao Koressawa pediu a prisão de William Bonner

Reprodução/Instagram
O advogado teve o pedido negado
2 de 9

O advogado teve o pedido negado

Reprodução/Instagram
Nas redes sociais, Koressawa apareceu ao lado de um homem armado
3 de 9

Nas redes sociais, Koressawa apareceu ao lado de um homem armado

Reprodução/Instagram
Ele fez um discurso ameaçando de prisão os prefeitos e governadores que decretassem lockdown em função da pandemia de Covid-19
4 de 9

Ele fez um discurso ameaçando de prisão os prefeitos e governadores que decretassem lockdown em função da pandemia de Covid-19

Reprodução/Instagram
Ele publicou um vídeo em que fala que estava aguardando uma reunião com o presidente Jair Bolsonaro (PL)
5 de 9

Ele publicou um vídeo em que fala que estava aguardando uma reunião com o presidente Jair Bolsonaro (PL)

Reprodução/YouTube
Koressawa já foi juiz do Tribunal de Justiça do Amapá
6 de 9

Koressawa já foi juiz do Tribunal de Justiça do Amapá

Reprodução/Instagram
Atualmente, ele é promotor de Justiça aposentado do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT)
7 de 9

Atualmente, ele é promotor de Justiça aposentado do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT)

Reprodução/Instagram
A juíza que analisou o pedido de prisão de Bonner disse que o caso é de "delírios negacionistas"
8 de 9

A juíza que analisou o pedido de prisão de Bonner disse que o caso é de "delírios negacionistas"

Reprodução/Instagram
Koressawa tem um site em que publica suas teorias e convoca cidadãos a protestarem
9 de 9

Koressawa tem um site em que publica suas teorias e convoca cidadãos a protestarem

Reprodução/Instagram

Koressawa era dono do canal Grupo Ações Libertadoras, onde divulgava informações contra lockdown e defesa dos “direitos da família”.

Conheça Wilson Koressawa, ex-juiz que pediu a prisão de William Bonner

Receba no seu email as notícias da coluna Grande Angular

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

O ex-juiz do Tribunal de Justiça do Amapá entrou com uma ação judicial para tentar restabelecer seu canal no YouTube. Koressawa alegou que o canal foi removido “de forma unilateral, em razão de suposta violação de diretrizes da comunidade”. Ele afirmou que a medida era uma “indevida censura, fere o marco civil da internet e viola a liberdade de expressão”.

Entre no canal de WhatsApp da Coluna Grande Angular
A juíza substituta do 3º Juizado Especial Cível de Taguatinga, Carina Leite Macêdo Maduro, negou o pedido de Koressawa, na última segunda-feira (11/4). Ela afirmou que, embora deva ser respeitada a liberdade de pensamento e de expressão, também devem ser respeitadas as políticas e as diretrizes dos veículos de comunicação como o YouTube por todos os seus usuários.

Outro apontamento da magistrada é de que o autor não recorreu ao próprio YouTube, o que demonstra que não há pressa que justifique o deferimento de uma liminar. “Se o autor não contestou, perante a ré, a remoção realizada em 30/01/2022, não há a urgência alegada”, pontuou a juíza.