TCU diz não haver indício de irregularidades e arquiva processo de compra do Master pelo BRB
O relato disse que "os documentos reunidos não permitem concluir pela existência, nem sequer pela verossimilhança, de irregularidades"

O Tribunal de Contas da União (TCU) arquivou o processo que questionava a compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB), nesta quarta-feira (28/5).
A unidade técnica do TCU indicou não haver indícios suficientes de irregularidade e propôs o não conhecimento da representação dos deputados federais Caroline de Toni (PL-SC) e Carlos Jordy (PL-RJ), o que foi decidido pela Corte de Contas.
O relator, ministro Jhonatan de Jesus, disse que “os documentos reunidos não permitem concluir pela existência, nem sequer pela verossimilhança, de irregularidades que justifiquem o conhecimento da peça inicial”.

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Ver todasO ministro relator destacou, ainda, que cabe ao TCU a fiscalização de recursos públicos federais, o que não é o caso da operação em questão, que envolve o BRB, banco público distrital, e o Banco Master, que é privado. O que caberia ao TCU seria acompanhar a atuação do Banco Central, mas, até o momento, não há “nenhuma evidência técnica que sugere falhas de governança ou de gestão” na instituição”, segundo Jhonatan de Jesus.
Entre no canal de WhatsApp da Coluna Grande Angular“As informações trazidas aos autos são opiniões de mercado e notícias jornalísticas, sem apontamento de descumprimento de normas prudenciais ou de inação regulatória concreta”, escreveu o ministro no voto.
Na representação não conhecida pelo TCU, os parlamentares apontaram que suposto “risco sistêmico relevante” e que poderia “acarretar futura necessidade de aportes ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) por bancos públicos federais”.
No final de março, o BRB anunciou a intenção de comprar 58% do capital do Banco Master. A operação é analisada pelo Banco Central.









