
Grande AngularColunas

Sol Nascente será 1ª cidade do Brasil a receber agência contêiner da Caixa
A abertura do novo conceito de agência faz parte da estratégia da Caixa Econômica Federal de se aproximar da população
atualizado
Compartilhar notícia

O Sol Nascente (DF) será a primeira cidade do Brasil a receber uma agência contêiner da Caixa Econômica Federal. O novo ponto de atendimento será inaugurado nesta quinta-feira (31/7).
A comunidade é a segunda maior do país, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Sol Nascente tem 70.908 moradores, população menor que a Rocinha, no Rio de Janeiro (RJ), que conta com mais de 72 mil pessoas.
A agência contêiner da Caixa, que chegará ao Sol Nascente, é uma unidade móvel climatizada em contêiner, que oferece todos os serviços comuns de uma agência convencional e poderá ser transferida de endereço, conforme a necessidade.
O presidente da Caixa, Carlos Antônio Vieira Fernandes, disse que o novo ponto de atendimento oferece todas as funcionalidades do banco, com a vantagem de que a população não precisará se deslocar a nenhum outro ambiente para tratar dos assuntos relacionados à instituição.
“Essa população tem uma economia circular forte e precisa de um banco. Vamos disponibilizar todos os serviços para a comunidade que tem vida própria, com intuito de estar cada vez mais próximo de quem precisa. É uma nova forma de inclusão bancária”, declarou o presidente da Caixa.
Segundo Vieira, há previsão de expandir cada vez mais a presença da Caixa junto aos clientes, considerando as características de cada região, da respectiva população e da forma como ela se relaciona com as instituições financeiras.
“Na década de 1990, tivemos expansão das agências físicas e de tamanho elevado nos grandes centros urbanos. A Avenida Paulista, por exemplo, tinha seis. Hoje, não faz mais sentido essa quantidade, até pela forma que as pessoas que ali circulam usam os serviços digitais. Por outro lado, estamos expandido as agências para áreas onde mais precisam e há necessidade de ter banco. É um movimento quase inverso que os outros estão fazendo”, pontuou.








