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Plano de vacinação da Educação no DF está pronto, diz secretário

Secretário de Educação, Leandro Cruz afirmou que aguarda repasse de vacinas pelo Ministério da Saúde para imunização dos profissionais

atualizado 21/04/2021 18:21

Professores protestam por vacinaçãoRafaela Felicciano/Metrópoles

O secretário de Educação do Distrito Federal, Leandro Cruz, disse, nesta quarta-feira (21/4), que o plano de vacinação dos profissionais de educação e a logística para implementá-lo estão prontos. Em nota publicada no Instagram e assinada em conjunto com o secretário executivo da pasta, Fábio Souza, Leandro Cruz pontuou que falta o repasse das doses pelo Ministério da Saúde.

“A Secretaria de Educação do DF defende o retorno às aulas presenciais com segurança sanitária para toda a comunidade escolar. Com 378 mil mortos, o Brasil clama por vacina. O calendário escolar está sendo cumprido da melhor forma possível, com ensino mediado por tecnologia, atividades remotas e material impresso”, assinalou.

O pronunciamento ocorreu horas após professores protestarem pela vacinação na capital federal. A carreata iniciou às 9h, saindo do estacionamento da Funarte, no Eixo Monumental. O ato foi organizado pelo Sindicato dos Professores em Estabelecimentos Particulares de Ensino no Distrito Federal (Sinproep-DF) e Sindicato dos Professores no DF (Sinpro-DF).

Veja fotos do protesto:

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O secretário de Educação chegou a anunciar que a imunização começaria no dia 9 de abril. Contudo, a previsão não se cumpriu, em razão da programação de entrega de doses pelo governo federal que não foi concretizada, segundo o Governo do DF.

Nesta quarta-feira, o governador Ibaneis Rocha (MDB) informou que aguarda confirmação do Ministério da Saúde para a chegada de 80 mil doses nesta semana. Com essa quantidade, seria possível ampliar a campanha de imunização para pessoas com 62 e 63 anos, de acordo com chefe do Executivo distrital.

“A confirmação deve vir amanhã, e a gente espera, com a chegada dessas vacinas, conseguir ampliar um pouco o público-alvo, pelo menos chegando aí aos 62 e 63 anos, e também vacinando aqueles grupos que estamos colocando como prioritários – que é o pessoal da saúde, segurança, assistência social. E a gente espera ampliar também para os nossos professores, para que a gente possa, em um momento seguinte, reabrir as escolas, porque as nossas crianças estão sentindo muito”, adiantou o governador.

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