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Grande Angular

Pastor critica feriado do Dia do Evangélico: "Acabar com a palhaçada"

O presidente da Igreja Batista Central de Brasília, Ricardo Espíndola, teceu críticas ao feriado do Dia do Evangélico

Isadora Teixeira29/11/2021 13:44, atualizado 29/11/2021 14:36
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Reprodução/Redes sociais
Pastor falando

O presidente da Igreja Batista Central de Brasília, pastor Ricardo Espíndola, postou um vídeo polêmico no qual critica o Dia do Evangélico, feriado distrital comemorado em 30 de novembro.

Na mensagem, publicada em redes sociais nesta segunda-feira (29/11), o pastor diz não saber “qual é a necessidade de parar a cidade” durante a semana. “É para comemorar o quê? Dia do Evangélico? Dia da Consciência Evangélica? Acho que tudo tem limite. Para quem é empresário, é um dia perdido”, afirma.

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Ricardo Espíndola postou crítica nas redes sociais
Para o pastor, não é preciso "parar a cidade" com um feriado para evangélico fazer o culto
"Para quem é empresário, é um dia perdido", disse Ricardo Espíndola
O presidente da Igreja Batista Central de Brasília criticou o feriado do Dia do Evangélico
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O presidente da Igreja Batista Central de Brasília criticou o feriado do Dia do Evangélico

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Ricardo Espíndola postou crítica nas redes sociais
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Ricardo Espíndola postou crítica nas redes sociais

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Para o pastor, não é preciso "parar a cidade" com um feriado para evangélico fazer o culto
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Para o pastor, não é preciso "parar a cidade" com um feriado para evangélico fazer o culto

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"Para quem é empresário, é um dia perdido", disse Ricardo Espíndola
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"Para quem é empresário, é um dia perdido", disse Ricardo Espíndola

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Espíndola defende que, para o culto, os evangélicos usem um dia de descanso, como o sábado, em vez de transformar um dia da semana em um feriado exclusivo. O pastor também critica o fato de não haver feriado semelhante para outras religiões, como a espírita. “Direitos iguais para todo mundo”, afirma.

Veja o vídeo:

Na legenda, Espíndola escreveu: “Dia do Evangélico? Pra que mesmo? Está na hora de nos desculparmos com a cidade e acabarmos com essa palhaçada. O que precisamos é saco e cinza, joelho no chão. Menos show e mais oração”.

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