Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Grande Angular

MPT investigará demissões após protestos contra atraso de salário

A Procuradoria-Regional do Trabalho da 10ª Região, que atua na área do DF, já apurava a demora no pagamento dos salários da R7 Facilities

28/01/2025 16:18, atualizado 28/01/2025 17:07
Compartilhar notícia
Reprodução
R7 Facilities é investigada pela CGU e PF

O Ministério Público do Trabalho (MPT) investigará a demissão de funcionários da R7 Facilities que protestaram contra atrasos no pagamento de salários. O Metrópoles revelou que ao menos oito empregados foram “convidados” a assinar carta de desligamento, na última semana.

O que aconteceu

  • Funcionários dizem ter sido demitidos da R7 Facilities após reclamar de atrasos no pagamento dos salários.
  • MPT investigava a empresa pelo atraso e, agora, vai apurar as demissões.
  • A R7 presta serviços terceirizados a órgãos públicos, como o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.
  • Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) emitiu uma nota de repúdio contra a R7.
  • A empresa negou passaralho.

A Procuradoria-Regional do Trabalho da 10ª Região (PRT-10), que atua na área do DF, já apurava a demora no pagamento das remunerações de funcionários da R7. A empresa presta serviço a diversos órgãos públicos, como o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.

MPT investigará demissões após protestos contra atraso de salário - destaque galeria
2 imagens
Prédio da R7 Facilities, investigada pela PF e CGU por fraudes em licitações
Trabalhadores da R7 Facilities protestaram na frente do ministério
1 de 2

Trabalhadores da R7 Facilities protestaram na frente do ministério

Material cedido ao Metrópoles
Prédio da R7 Facilities, investigada pela PF e CGU por fraudes em licitações
2 de 2

Prédio da R7 Facilities, investigada pela PF e CGU por fraudes em licitações

Reprodução

O Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) emitiu uma nota de repúdio “ao processo em curso para demissões de trabalhadores terceirizados da empresa R7 Facilities”. Segundo o órgão, o passaralho ocorreu após os funcionários se reunirem com as lideranças políticas.

No documento, o CNDH pediu ao Ministério dos Direitos Humanos que apure o caso e encerre o contrato com a R7, caso alguma demissão tenha sido efetivada.

Em nota publicada nas redes sociais, a R7 Facilities negou haver desligamento em massa na empresa. “Enfatizamos que seguimos comprometidos em oferecer o nosso melhor para cada um de nossos colaboradores, clientes e fornecedores”, disse.

Receba no seu email as notícias da coluna Grande Angular

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters