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Ibaneis sobre plano de ataques a escolas: “PCDF deu aula de atuação”

Adolescentes foram detidos pela PCDF por planejarem um massacre em uma escola pública do Distrito Federal

atualizado

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Ibaneis Rocha 2
1 de 1 Ibaneis Rocha 2 - Foto: <p>Hugo Barreto/Metrópoles<br /> (@hugobarretophoto)</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div>

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), exaltou a atuação da Polícia Civil (PCDF) no caso dos adolescentes que planejavam fazer um massacre em uma escola pública do Distrito Federal. À coluna, Ibaneis afirmou que a corporação “deu uma aula de atuação”.

“Nossa polícia está mais uma vez dando uma aula de atuação em favor da nossa sociedade”, afirmou o chefe do Executivo local.

Os planos dos dois adolescentes de 17 anos, alunos do 2º ano do ensino médio, foram frustrados após a coordenação do colégio descobrir o que eles planejavam.

Assim que a direção pedagógica descobriu o plano dos menores, a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) foi acionada e passou a investigar o caso.

A dupla propagava discursos de ódio contra mulheres, negros e gays, além de fazer apologia ao nazismo por meio de um site criado por eles mesmos.

Além de utilizar a plataforma para compartilhar planos macabros, os jovens utilizavam o TikTok para impulsionar os vídeos com marketing para aumentar o alcance do site. Algumas contas chegaram a ser banidas pela rede social justamente pelo discurso de ódio.

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Entenda

  • Entre o fim de 2024 e junho de 2025, os jovens teriam gravado e publicado cerca de 10 fitas para narrar todo os preparativos antes do massacre marcado para o dia 20 de setembro, chamado por eles de “dia zero”. Os arquivos teriam sido apagados ainda em junho deste ano.
  • Uma menor de idade que mora na Argentina começou a ter contato com a dupla através de uma comunidade que compartilhava conteúdo de “true” crime, onde pessoas compartilham casos de crimes reais. Por não ter o português como a língua nativa, a jovem não entendia a gravidade das falas.
  • A adolescente argentina passou a compreender o idioma brasileiro após um tempo e ao rever os vídeos, passou a entender a gravidade daquilo que era falado por ambos. Depois de tomar conhecimento, ela conseguiu baixar o material criminoso antes da dupla apagar o site, junto todas as provas em documento e enviar para pessoas próximas dos jovens.
  • Nos vídeos feitos por eles, os estudantes do ensino médio aparecem manuseando as armas caseiras fabricadas por eles e descrevem os planos de abrir fogo contra pessoas na escola onde estudavam.
  • Policiais civis da Divisão de Prevenção e Combate ao Extremismo Violento (DPCEV) detiveram um dos adolescentes suspeitos de planejar fazer um massacre em uma escola pública do Distrito Federal e cumpriram mandados de busca e apreensão.
  • Os planos dos adolescentes de 17 anos, que estão no 2º ano do ensino médio, foram divulgados em primeira mão pelo Metrópoles. A região administrativa e o endereço da escola não foram informados para não gerar pânico na população.

Veja imagens do conteúdo publicado pelos jovens:

 

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