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Ato pela anistia do 8/1 em Brasília terá grades antes do Congresso

Os detalhes sobre o esquema de segurança para o evento serão discutidos em reunião entre organizadores e integrantes da SSP, na segunda

atualizado

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Ex-presidente Jair Bolsonaro e o pastor Silas Malafaia durante protesto na Av. Paulista - Metrópoles
1 de 1 Ex-presidente Jair Bolsonaro e o pastor Silas Malafaia durante protesto na Av. Paulista - Metrópoles - Foto: IsabellaFinholdt/Especial Metrópoles

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Segurança Pública (SSP), prevê a instalação de grades na altura da Avenida José Sarney, antes do Congresso Nacional, para o ato pela anistia dos condenados pelo 8 de Janeiro.

Fontes do GDF disseram que a medida já vem sendo adotada em outras manifestações na Esplanada dos Ministérios e não será diferente no ato de quarta-feira (7/5). Os detalhes sobre o esquema de segurança para o evento serão discutidos em reunião entre organizadores e integrantes da SSP, na segunda-feira (5/4).

O ato será coordenado pelo pastor Silas Malafaia e deverá contar com a presença de outros líderes religiosos e políticos. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) convocou apoiadores para a manifestação a favor da anistia, mas não vai comparecer porque ainda se recupera da cirurgia no intestino. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro deverá representá-lo.

“Manifestação pacífica, em Brasília, pela anistia. Compareçam”, disse Bolsonaro em vídeo gravado no Hospital DF Star, onde está internado. “Essa manifestação tem liderança, e nenhuma lata de lixo será virada”, afirmou Malafaia. A concentração do grupo será na Torre de TV, a partir das 16h.

Durante o evento, o grupo deve destacar o voto do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux no caso de Débora Rodrigues, julgada por ter pichado com batom a frase “perdeu, mané” na estátua A Justiça. O ministro Alexandre de Moraes votou pela condenação de Débora a 14 anos de prisão, enquanto Fux defendeu pena bem menor, de 1 ano e 6 meses de reclusão.

Anistia

O PL da Anistia enfrenta um impasse na Câmara dos Deputados, como mostrou a coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles. O presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) irá levar o texto ao plenário apenas com consenso. O problema é que os petistas aceitam anistiar apenas crimes menores, enquanto a bancada bolsonarista quer perdoar também os condenados por golpe de Estado.

Em alternativa à proposta de anistia defendida por bolsonaristas, o presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), articula um outro texto para diminuir as penas de condenados pela participação nos atos antidemocráticos do 8 de Janeiro. A ideia é reduzir a pena de reclusão para condenados por envolvimento de menor importância, com o objetivo de focar maiores penas para os articuladores da suposta trama golpista, o que é rechaçado pela oposição.

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