Eduardo Bolsonaro nega ser prejudicial à pré-campanha de Flávio.
Ex-deputado Eduardo Bolsonaro diz que articulações com líderes estrangeiros beneficiam eventual candidatura do irmão ao Planalto

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro negou ser prejudicial à pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Palácio do Planalto. Em entrevista ao Metrópoles nesta terça-feira (16/6), ele rebateu críticas de que estaria causando desgaste ao projeto eleitoral do irmão.
Segundo Eduardo, sua atuação política tem contribuído para ampliar a interlocução internacional de Flávio. “Não trago problemas para a campanha do Flávio, eu trago só benefício”, afirmou.
O ex-deputado citou encontros de Flávio com chefes de Estado e atribuiu a si a articulação desses contatos.
“Flávio é o primeiro candidato a presidente que já se encontrou com diversos chefes de Estado. Já se encontrou com o chefe de estado de Israel, Benjamin Netanyahu, do Bahrein, Hamad bin Isa Al Khalifa, dos Estados Unidos, Donald Trump, da Argentina, Javier Milei, e o novo presidente do Chile, José Antonio Kast. Tudo por meio de interlocução minha”, disse.
Entre no canal de WhatsApp da Coluna Grande AngularEduardo também sustentou que sua participação fortalece a rede de apoios internacionais da eventual candidatura do irmão. “O Eduardo Bolsonaro entrega resultados para a campanha de Flávio Bolsonaro, que é, de longe, a campanha presidencial, entre direita e esquerda, com o maior apoio internacional que já se viu”, declarou.

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Ver todasA declaração ocorreu após a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidir, também nesta terça-feira (16/6), condená-lo a 4 anos e 2 meses de prisão em regime semiaberto, ao pagamento de 50 dias-multa, à perda do cargo de escrivão da Polícia Federal e à inelegibilidade por oito anos, por tentar interferir no julgamento em que seu pai, Jair Bolsonaro (PL), foi condenado por tentativa de golpe de Estado.





