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Ednaldo Rodrigues desiste de voltar à CBF: "Restaurar paz no futebol"

Ednaldo Rodrigues desistiu da petição na qual solicitava o retorno à Presidência da CBF, da qual foi afastado na última semana

19/05/2025 16:05, atualizado 19/05/2025 16:25
Breno Esaki/Metrópoles
Presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) Ednaldo Rodrigues, assina o Acordo de Cooperação do Projeto Estádio Seguro - Metrópoles

Ednaldo Rodrigues desistiu de voltar à Presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Ele foi afastado do cargo em decisão do desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), Gabriel Zefiro, na quinta-feira (15/5), e recorreu imediatamente.

Porém, em documento protocolado no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (19/5), Ednaldo Rodrigues pediu que seja tornada sem efeito a petição de autoria dele.

O interventor nomeado pelo TJRJ, Fernando Sarney, convocou novas eleições da CBF para este domingo (25/5). Samir Xaud tem apoio de 25 federações e se apresenta como único candidato viável.

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Ednaldo Rodrigues foi afastado do cargo
Presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues
Samir registrou chapa neste domingo (18/5) para concorrer à presidência da CBF
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Samir registrou chapa neste domingo (18/5) para concorrer à presidência da CBF

Reprodução
Ednaldo Rodrigues foi afastado do cargo
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Rafael Ribeiro/CBF
Presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues
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Presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues

Nina Quintana/Metrópoles

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Ednaldo Rodrigues disse que tem “profundo desejo de restaurar a paz no futebol brasileiro e, sobretudo, a serenidade de sua própria vida familiar”.

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O ex-presidente afirmou que a família dele “tem sido abalada por equívocos públicos, interpretações distorcidas e insinuações injustas, maledicentes e criminosas, orquestradas e coordenadas por diversos grupos, que nunca se contentaram com o fato de o futebol brasileiro ter rompido com oligarquias e de passar a ter transparência e governança, grupos estes que não medem esforços em lhe causaram dor”.

“Declara que, em relação às novas eleições convocadas pelo interventor, não estar concorrendo a qualquer cargo ou apoiando qualquer candidato, desejando sucesso e boa sorte àqueles que vão assumir a gestão do futebol brasileiro”, afirmou, em documento assinado pelos advogados.

A defesa de Ednaldo Rodrigues disse que o gesto “sereno e consciente” dele representa o “esforço em deixar para trás este último ato de litígio, rejeitar narrativas que ferem sua honra e de sua família, e reafirmar, diante dessa Suprema Corte, como sempre fez, seu compromisso com o respeito à Justiça, à verdade dos fatos e à estabilidade institucional da Confederação Brasileira de Futebol”.