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Distrital eleito, Múcio quer revisar Lei do Silêncio: "Não quero acabar com sossego".

Ao Metrópoles, o deputado distrital eleito Múcio Botelho (PSB) defendeu a revisão da Lei do Silêncio no DF

09/10/2026 16:23
Metrópoles
Distrital eleito, Múcio quer revisar Lei do Silêncio: “Não quero acabar com sossego”

Eleito como sexto deputado distrital mais votado no Distrito Federal em 2026, Múcio Botelho (PSB) defendeu uma revisão na Lei do Silêncio. Em entrevista ao Metrópoles, nesta sexta-feira (9/10), Múcio declarou que a intenção é criar uma cidade para “conciliar interesses de todo mundo”. “A gente não quer acabar com o seu sossego, morador”, completou. 

“A gente precisa garantir segurança para que tudo possa operar e para que a população que quer descansar tenha condições de fazer isso. Para quem depende da noite como fonte de renda, como empreendedor, possa gerar emprego, possa estar movimentando a economia, alimentando suas famílias. E para a galera que quer viver a cidade. O mundo inteiro conseguiu resolver esse problema. Não é possível que Brasília não vai resolver“, completou.

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Segundo Múcio, a valorização de espaços no DF “gera uma cidade viva e mais segura”. Veja a entrevista completa:

Expectativas para a CLDF

Apesar de ser estreante em um cargo eletivo, Múcio é servidor da CLDF há seis anos. Questionado sobre a expectativa para o mandato, o deputado eleito destacou que pretende apostar no diálogo.

Em relação a possíveis pautas que podem ser levantadas por outros colegas que são novidade na Casa, como os novos parlamentares de direita, Múcio afirmou que “a Câmara não é um órgão para gente ingênua“.

Recentemente, por exemplo, o deputado distrital eleito Victor Jansen (PL) falou que é contra “marmanjo em banheiro de mulher” e ideologia de gênero.

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“Eu acho que a Câmara tem um jeito muito próprio de acabar com isso, porque esses debates são debates que não contribuem absolutamente nada para o dia a dia da população. 80% da população não está ligando para isso e os deputados sabem disso. A Câmara não é um órgão para gente ingênua e desvios de rota são muito rapidamente corrigidos”, acrescentou Múcio.