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DF arrecada R$ 24,8 bi com impostos em 2024, 14,7% a mais que em 2023

O ICMS foi o imposto que mais rendeu aos cofres públicos do DF, com R$ 11,7 bilhões arrecadados no acumulado do ano

atualizado

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Palácio do Buriti
1 de 1 Palácio do Buriti - Foto: Felipe Menezes/Metrópoles

O Distrito Federal arrecadou R$ 24,8 bilhões com impostos em 2024, 14,7% a mais do que em 2023, de acordo com dados da Secretaria de Economia do DF.

Disparado em primeiro lugar, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) foi o tributo que mais rendeu aos cofres públicos da capital federal. O DF arrecadou R$ 11,7 bilhões com ICMS em 2024, o que representa aumento nominal de 17,1% em relação ao ano anterior.

Segundo relatório da receita tributária elaborado pela Secretaria de Economia do DF, os segmentos que mais registraram aumento no pagamento de ICMS foram: atacadista (R$ 330,4 milhões a mais); de veículos (+ R$ 306,8 milhões); energia elétrica (+ R$ 254,4 milhões); e comércio varejista (+R$ 221 milhões). Em contrapartida, houve queda na contribuição da indústria (- R$ 97,7 milhões).

O Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) representou R$ 4,9 bilhões do total arrecadado pelo DF em 2024. O valor significa crescimento de 17,1% no período de um ano.

Veja os principais resultados da arrecadação do GDF em 2024:

DF arrecada R$ 24,8 bi com impostos em 2024, 14,7% a mais que em 2023 - destaque galeria
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Recolhimento de ICMS por segmento
Arrecadação tributária do GDF em 2024
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Arrecadação tributária do GDF em 2024

Reprodução/Secretaria de Economia do DF
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Recolhimento de ICMS por segmento

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O Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) representou R$ 3,4 bilhões (aumento de 12,5%) da arrecadação do DF em 2024. O IPVA rendeu R$ 1,8 bilhão aos cofres públicos (9,9% a mais), e o IPTU arrecadou R$ 1,3 bilhão (6,5% a mais).

Fiscalização intensiva

O secretário de Economia do Distrito Federal, Ney Ferraz Júnior (foto abaixo), disse que o aumento da arrecadação tributária é resultado de “uma série de ações para melhorar a economia do DF”.

O gestor citou a intensificação das operações de fiscalização nas divisas, em depósitos e nos estabelecimentos de todas as regiões do DF.

Secretário de Economia do DF, Ney Ferraz Júnior

“Estamos também com equipes de auditores focados em investigações mais complexas, com uso de tecnologia, para combater a sonegação. Além disso, investimos em projetos e programas que facilitam a vida do contribuinte. Isso tudo é cuidado com o dinheiro público”, disse Ney.

Segundo o secretário, a pasta dará andamento às ações para aumentar os resultados econômicos com objetivo de financiar os projetos do Governo do DF, que incluem a construção de novas creches e escolas, a manutenção de três refeições nos restaurantes comunitários – que custam de R$ 0,50 a R$ 1 – e a ampliação do Cartão Material Escolar e do Cartão Gás.

“Também vamos manter os investimentos em obras e na melhoria da infraestrutura em todas as 35 regiões administrativas”, frisou.

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