Defesa de ex-presidente do BRB se manifesta: “Prisão sem necessidade”
Paulo Henrique Costa foi preso na quarta fase da Operação Compliance Zero, suspeito de receber propina de Daniel Vorcaro

A defesa do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa disse que considera a prisão “sem necessidade”. O advogado que representa Costa, Cleber Lopes, afirmou que “mesmo que se considera a gravidade dos fatos, isso não é fundamento para o encarceramento antecipado”.
“Diga-se, por oportuno, que por ocasião da primeira fase da operação, ele estava nos Estados Unidos, antecipou a volta, entregou passaporte, o telefone com senha e vinha colaborando com a investigação”, declarou o advogado.

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Ver todasCosta foi preso na quarta fase da Compliance Zero após autorização do ministro do Supemo Tribunal Federal (STF) André Mendonça. A Polícia Federal apontou que Costa teria recebido propina de Daniel Vorcaro, por meio de seis imóveis no valor de R$ 146,5 milhões, enquanto presidia o BRB no momento em que a instituição comprava carteias de crédito e tentava adquirir o próprio Banco Master.
A PF apontou, ainda, que os ativos comprados pelo BRB seriam fraudados apenas para justificar envio de recursos ao Master, que passava pro crise de liquidez.
Entre no canal de WhatsApp da Coluna Grande AngularCosta esteve à frente do BRB de janeiro de 2019 a novembro de 2025, quando foi afastado por determinação judicial.





