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Defesa de Ibaneis se manifesta sobre mensagem de Paulo Henrique a Vorcaro. Siga no YouTube

Advogados de Ibaneis disseram que o ex-governador não acompanhava, não pressionou e tampouco teve qualquer ingerência em negócios com Master

atualizado

metropoles.com

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Renato Alves/Agência Brasília
Ibaneis Rocha - Metrópoles
1 de 1 Ibaneis Rocha - Metrópoles - Foto: Renato Alves/Agência Brasília

A defesa do ex-governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), se manifestou sobre o diálogo em que o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa disse a Daniel Vorcaro que o governador pediu “material para a argumentação dele” contra críticas sobre operação das instituições financeiras.

Na nota, os advogados afirmaram que “o diálogo apenas corrobora, de forma inequívoca, o que foi apontado, desde o início, pela presente defesa”. “O ex-governador não acompanhava, não pressionou e tampouco teve qualquer ingerência em operações realizadas pelas referidas instituições financeiras, tendo assegurado plena autonomia decisória à área técnica do BRB”, declararam.

Segundo a defesa, “caso houvesse participação direta ou acompanhamento próximo por parte do então chefe do Poder Executivo nas referidas operações, seria manifestamente desnecessária a solicitação de elaboração de nota técnica destinada ao esclarecimento dos fatos para conhecimento próprio do governador”.

A nota é assinada pelos advogados Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay; Roberta Castro Queiroz; Marcelo Turbay Freiria; Liliane de Carvalho Gabriel; Álvaro Chaves; e Ananda França de Almeida.

Na mensagem a Vorcaro, o então presidente do BRB declarou que “estava trabalhando para lançar a operação amanhã ou, no mais tardar, na segunda-feira”. “O governador me pediu que preparasse um material para a argumentação dele, porque vamos receber críticas”, pontuou.

Paulo Henrique foi preso na manhã desta quinta-feira (16/4), com autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça.

Segundo as investigações da Polícia Federal, o então presidente do BRB foi “peça essencial para viabilizar a aquisição das carteiras fraudulentas” do Master. Em contrapartida, recebeu propina por meio de seis imóveis de alto padrão em São Paulo e Brasília, avaliados em R$ 146,5 milhões, dos quais R$ 74,6 milhões já teriam sido efetivamente pagos.

O advogado Cleber Lopes, que representa o ex-presidente do BRB, disse que Paulo Henrique “não cometeu crime algum” e a prisão é “desnecessária”.

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