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BRB espera receber até R$ 3 bilhões, em 15 dias, com venda de ativos do Master

A primeira parcela, de R$ 1 bilhão, deve entrar no caixa do BRB entre esta sexta-feira (15/5) e a próxima segunda-feira (18/5)

atualizado

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Nova Sede do Banco Regional de Brasília BRB
1 de 1 Nova Sede do Banco Regional de Brasília BRB - Foto: Igo Estrela/Metrópoles

O Banco de Brasília (BRB) espera receber entre R$ 2 bilhões e R$ 3 bilhões até o fim do mês de maio. O valor é oriundo do acordo com a Quadra Capital para a venda dos ativos considerados saudáveis que ficaram com o BRB após negócios com o Banco Master.

A primeira parcela, de R$ 1 bilhão, deve entrar no caixa do BRB entre esta sexta-feira (15/5) e a próxima segunda-feira (18/5). O memorando de entendimento com a Quadra Capital prevê, ainda, parcela remanescente estimada entre R$ 11 bilhões e R$ 12 bilhões, representada por cotas subordinadas do fundo de investimento estruturado para a gestão e monetização dos ativos.

Esse dinheiro reforçará a liquidez do banco, mas não resolve os problemas enfrentados pelo BRB após os prejuízos com compra de carteiras de crédito falsas do Master. A liquidez é a capacidade de um banco de pagar clientes a curto prazo com saques de dinheiro, por exemplo.

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Fachada do BRB
BRB e Banco Master
Cerca de 200 pessoas protestaram diante do Buriti pedindo salvação do BRB
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Cerca de 200 pessoas protestaram diante do Buriti pedindo salvação do BRB

Francisco Dutra / Metrópoles
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BRB e Banco Master

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Ocorre que o BRB também precisa recompor o patrimônio. Para isso, tem de aumentar o capital. Quem deve fazer isso é o acionista majoritário, o Governo do Distrito Federal (GDF), que tenta obter empréstimo de R$ 6,6 bilhões via Fundo Garantidor de Crédito (FGC) ou consórcio de bancos para captar o dinheiro e injetar no banco.

O GDF, no entanto, ainda esbarra nas garantias exigidas para a operação. Como tem capacidade de pagamento (Capag) em nível C, não consegue com facilidade o aval do Tesouro para o empréstimo. Mesmo assim, pessoas a par das negociações dizem que o aval não está descartado.

A nova gestão do BRB, comandada por Nelson Antônio de Souza desde novembro de 2025, corre contra o tempo para fazer os ajustes necessários e exigidos para o banco continuar operando. O prazo dado pelo Banco Central encerra em 29 de maio.

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