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Boulos diz que confia em Gleisi para “pacificar” relação com Congresso. Veja vídeo
Ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos falou ao Metrópoles sobre a relação do Executivo com o Congresso Nacional
atualizado
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Em entrevista ao Acorda Metrópoles, nesta quinta-feira (27/11), o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos comentou a relação do governo federal com o Congresso Nacional. Ele disse que confia na ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, para “pacificar” a relação.
Ao ser questionado sobre a ausência dos presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União-AP), na cerimônia de sanção da lei que isenta do Imposto de Renda quem ganha até R$ 5 mil, na quarta-feira (26/11), o ministro afirmou que ambos votaram a favor da proposta. “Se eles vão ou não na sanção é uma escolha deles. Vieram trabalhadores do Brasil inteiro”, declarou.
“Eu estou mais preocupado com a presença dos trabalhadores do que com a presença do presidente da Câmara e do Senado que, nesse caso, ajudaram a aprovar a matéria. E eu confio muito no trabalho da ministra Gleisi [Hoffmann] para pacificar e garantir que as pautas essenciais para o governo tenham tramitação no Congresso Nacional”
“E eu confio muito no trabalho da ministra Gleisi para pacificar e garantir que as pautas essenciais para o governo tenham tramitação no Congresso Nacional”, completou.
Isenção do IR
Deputado federal pelo PSol-SP, Boulos se licenciou da Câmara dos Deputados e assumiu a Secretaria-Geral da Presidência da República no mês passado, com a missão de “colocar o governo na rua”.
Para o ministro, a medida de isentar quem ganha até R$ 5 mil do pagamento do IR é “uma reposta para a desigualdade histórica do país”.
“Isso vai significar uma economia de R$4,5 mil no ano. É como se fosse um 14º salário. Isso é importantíssimo para o trabalhador brasileiro”, completou.
Boulos ainda comentou sobre a taxação dos super-ricos e definiu que a alíquota progressiva de até 10% para quem fatura R$ 100 mil ou mais por mês “é uma questão de justiça”.
“Agora estabeleceu que quem ganha mais de R$ 1 milhão começa a pagar. Quem ganha até R$ 5 mil não paga nada. É uma questão de justiça”.






























