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Grande Angular

Acusação se manifesta após voto para anular condenação de Adriana Villela

A Sexta Turma do STJ julga recurso contra a condenação de Adriana Villela a 61 anos de prisão pelo triplo homicídio dos pais e funcionária

05/08/2025 18:31, atualizado 05/08/2025 19:27
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Igo Estrela/Metrópoles
Julgamento crime da 113 sul triplo homicídio Adriana Villela Metrópoles

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) se manifestou após o ministro Sebastião Reis Júnior votar pela anulação da condenação de Adriana Villela, nesta terça-feira (5/8).

Em nota, a acusação disse que “reforça sua posição de que todas as garantias foram respeitadas e que o veredito do júri deve prevalecer”.

O voto de Sebastião Reis Júnior foi lido durante sessão desta terça-feira (5/8), da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que analisa recurso da defesa da arquiteta contra a condenação a 61 anos de prisão pelo Tribunal do Júri de Brasília. Adriana Villela é apontada pela acusação como mandante do triplo homicídio dos pais e da funcionária da família, no caso conhecido como Crime da 113 Sul.

Com o voto de Sebastião Reis Júnior, o placar está 1 a 1 no STJ. O julgamento foi suspenso, novamente, após o ministro Og Fernandes pedir vista.

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Placar está empatado no julgamento do caso Adriana Villela
Marcelo Leite, promotor de Justiça, acompanha a sessão que pode reverter a condenação de Adriana Villela no caso do triplo homicídio dos pais
Kakay, advogado de Adriana Villela, esteve presente no julgamento da Sexta Turma do STJ, que discute a legalidade da condenação no caso do Crime da 113 Sul
Carolina Villela, filha de Adriana Villela, acompanha o julgamento no STJ
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Carolina Villela, filha de Adriana Villela, acompanha o julgamento no STJ

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Placar está empatado no julgamento do caso Adriana Villela
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Placar está empatado no julgamento do caso Adriana Villela

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Marcelo Leite, promotor de Justiça, acompanha a sessão que pode reverter a condenação de Adriana Villela no caso do triplo homicídio dos pais
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Marcelo Leite, promotor de Justiça, acompanha a sessão que pode reverter a condenação de Adriana Villela no caso do triplo homicídio dos pais

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Kakay, advogado de Adriana Villela, esteve presente no julgamento da Sexta Turma do STJ, que discute a legalidade da condenação no caso do Crime da 113 Sul
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Kakay, advogado de Adriana Villela, esteve presente no julgamento da Sexta Turma do STJ, que discute a legalidade da condenação no caso do Crime da 113 Sul

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Em março deste ano, o promotor de Justiça Marcelo Leite se pronunciou sobre o caso e reafirmou a acusação de Adriana Villela como mandante do assassinato de José Guilherme Villela, Maria Villela e Francisca Nascimento da Silva. “Ficou exaustivamente demonstrado que o motivo do crime foi a ganância de Adriana Villela em assumir a fortuna dos pais. Sua polpuda mesada mensal já não era suficiente”, afirmou.

Na Sexta Turma do STJ, votaram Rogerio Schietti Cruz e Sebastião Reis Júnior. O primeiro é favorável à manutenção da condenação da arquiteta e à prisão imediata dela, enquanto o segundo se manifestou pela anulação da ação penal e consequente derrubada da sentença que declarou Adriana Villela culpada. O julgamento continuará no prazo de 30 dias, prorrogáveis por igual período, com o voto de Og Fernandes, Antônio Saldanha e Otávio de Almeida Toledo.

O advogado de Adriana, Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, comemorou o segundo voto e enfatizou que as provas foram omitidas da defesa no decorrer do processo. Para Kakay, o posicionamento de Sebastião Reis Júnior no julgamento “demonstra o quanto processo foi absurdo e injusto”.

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