"Você é minha vida", diz segurança de Deolane após sonhar com a influencer
Em publicação nas redes sociais, segurança pessoal da influenciadora falou sobre a saudade e declarou seu carinho pela patroa

Nego Jader, segurança pessoal de Deolane Bezerra, usou as redes sociais nessa segunda-feira (31/8) para fazer um desabafo sobre a influenciadora, que está presa preventivamente desde maio por suspeita de envolvimento em uma organização criminosa ligada ao PCC.
Nos stories de seu perfil no Instagram, Jader contou ter sonhado com a influenciadora na noite anterior, o que acabou despertando saudades.

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Ele também afirmou acreditar que o sonho teria um significado positivo e se declarou à patroa.
“Hoje a saudade bateu. Sonhei com você essa noite. E acho que foi sinal que isso tudo tá acabando, patroa. Agradeço a Deus todos os dias por ter você na minha vida e sei que esse pesadelo vai passar e já já você vai tá com a gente. Hoje acordei meio triste, mas não dá nada não, porque dias melhores virão. Você é minha vida. Te amo, guria”, escreveu o influencer.
Entenda o caso
A influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra foi presa preventivamente no dia 21 de maio, durante a Operação Vérnix, deflagrada pelo Ministério Público e pela Polícia Civil de São Paulo.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesA investigação aponta que ela faria parte do braço financeiro de uma facção criminosa paulista, utilizando suas próprias empresas e contas bancárias para ocultar e lavar recursos de origem ilícita.
No desdobramento mais recente do processo, o Tribunal de Justiça de São Paulo negou um novo pedido de habeas corpus no dia 21 de agosto. A análise ocorreu no mesmo período em que a prisão preventiva completou os 90 dias regulamentares exigidos por lei para reavaliação.
Os magistrados mantiveram a detenção por entenderem que a liberdade de Deolane representaria um risco real de reiteração de crimes financeiros, considerando inviável a conversão da medida em prisão domiciliar.
Em contrapartida, a defesa da advogada contestou a decisão, classificando a manutenção da custódia como ilegal, desnecessária e carente de fundamentos concretos.














