
Fábia OliveiraColunas

Viúva de Elvis Presley rebate acusações de ter matado a própria filha
Priscilla Presley responde processo após ter, supostamente, desligado os equipamentos que mantinham a filha Lisa Marie viva em 2023
atualizado
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Priscilla Presley, de 80 anos, viúva do astro Elvis Presley, se manifestou nesta quarta-feira (13/8) e rebateu acusações de ter matado a própria filha, Lisa Marie, para ficar com a herança do cantor. Ela está sendo processada por ex-sócios que alegam que Priscilla teria “desligado” os aparelhos que mantinham Lisa viva após uma parada cardíaca.
Reagiu
A filha de Elvis e Priscilla morreu em janeiro de 2023, aos 54 anos. Em uma declaração ao jornal britânico Daily Mail criticou a denúncia e disse que as alegações são “sem vergonha e obscena”.
A viúva de Elvis Presley responde a um processo de 50 milhões de dólares movido por Brigitte Kruse e Kevin Fialko, ex-parceiros de negócios de Priscila, que alegam que ela “desligou” os aparelhos que mantinham a filha Lisa Marie viva para retomar o controle do patrimônio de Presley. Dizem, ainda, que ela “planejou” um esquema para fraudá-los e explorou a morte de Lisa Marie.
Detalhes
Segundo o Daily Mail, o texto do processo diz que a “oportunista” Presley “se agarrou” a Lisa Marie como única herdeira do patrimônio de Elvis e ignorou a Diretiva de Cuidados Avançados de Saúde de sua filha, desligando-a rapidamente dos aparelhos de suporte de vida após sua parada cardíaca aos 54 anos em janeiro de 2023.
O documento ainda afirma que Lisa não teria “nenhum desejo de ver ou estar perto” da mãe antes de elas comparecerem ao Globo de Ouro de 2023 para prestigiar o filme biográfico de Elvis, apenas dois dias antes de sua morte.
“O mais importante é que Priscilla sabia que Lisa estava se preparando para removê-la do cargo de única administradora do fundo irrevogável de seguro de vida de Lisa e que, de outra forma, estava ameaçando processá-la”, afirma a denúncia. Foi alegado que Lisa Marie, “visivelmente doente”, reclamou com Presley sobre sua saúde, que supostamente “ignorou os sinais de alerta”.











