Vini Jr. fala sobre pênalti perdido contra a Noruega: “Nunca fugi”
O jogador Vini Jr. falou a jornalistas sobre a decisão do técnico Carlo Ancelotti por Bruno Guimarães para cobrança de pênalti

O jogador Vini Jr. se manifestou sobre o pênalti perdido pelo Brasil contra a Noruega na partida deste domingo (5/7), que terminou com a eliminação da Seleção Brasileira. O namorado de Virginia Fonseca afirmou que “não fugiu” da responsabilidade e que o técnico Carlo Ancelotti foi quem escolheu Bruno Guimarães.
Veja:
Vinícius Jr: “Ancelotti define antes do jogo quem vai bater e escolheu o Bruno. Nunca fugi da responsabilidade. Bato os pênaltis no Real Madrid quando o treinador escolhe.”pic.twitter.com/OgYHEmas2B
— Antenados (@canalantenados) July 6, 2026
“Batia melhor”
Após a derrota para os noruegueses por 2 a 1, Vini Jr. conversou com jornalistas. “Sobre a cobrança, o Mister [Ancelotti] escolhe antes do jogo quem vai bater e ele escolheu o Bruno. Eu nunca fui vaidoso, nunca quis a artilharia da competição e por isso que bateu o Bruno”, começou o atleta do Real Madrid.
Segundo Vini, Bruno Guimarães era um batedor de pênaltis mais qualificado. “Ele batia melhor do que eu, então o Mister escolheu por ele, e foi isso. Nunca fugi da responsabilidade. Muita gente vai falar que eu não quis bater. Bato os pênaltis no Real quando o treinador me escolhe e é isso. Temos que nos preparar melhor pra próxima Copa”, encerrou.
Técnico falou
Depois da partida, o treinador italiano Carlo Ancelotti concedeu entrevista coletiva e também explicou a escolha de Bruno Guimarães para a cobrança. “Fizemos uma estatística dos melhores cobradores da Seleção. Entre os que estavam em campo, Bruno Guimarães era o melhor colocado para cobrar o pênalti”, disse.
O italiano também comentou a derrota e o começo do novo ciclo para 2030. “É óbvio que estamos todos profundamente tristes. Fazíamos um bom Mundial até aqui e também poderíamos ter vencido hoje”, comentou.
“Quando acontecem derrotas assim, é o começo de uma nova aventura. Temos que seguir trabalhando, melhorando. Encontrar novas ideias. Creio que não é o fim, é o princípio de um novo ciclo. Eu acho que com essa equipe, o Brasil poderia ter competido até a final”, disse.
















