
Fábia OliveiraColunas

“Tortura”, desabafa Isabelle Benito sobre morte de Juliana Marins
A apresentadora Isabelle Benito, do SBT, lamentou a morte da brasileira Juliana Marins na Indonésia e sacramentou: “Bombeiros teriam salvo”
atualizado
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A apresentadora Isabelle Benito, do SBT, lamentou a morte da brasileira Juliana Marins, que sofreu um acidente na Indonésia, durante o SBT Rio desta terça-feira (24/6). A morte da jovem de 26 anos foi confirmada pela família em um comunicado divulgado nesta manhã. A jornalista disse que Juliana foi alvo de descaso por parte das autoridades e que a família sofreu uma “tortura” à distância.
Durante a atração, a apresentadora criticou a atuação das autoridades da Indonésia. A Agência Nacional de Busca e Salvamento da Indonésia (Basarnas) demorou quatro dias para alcançar o corpo da brasileira, que escorregou de uma trilha no vulcão Rinjani, em Lombok, no último sábado (21/6).
Descaso
“É um tamanho descaso o que fizeram com a Juliana. Independente se o resultado fosse ou não que ela fosse salva, as imagens de uma mulher se mexendo, calculando o seu corpo diante de uma areia vulcânica que se movia e derrapava ao prefácio… Não precisa ser perito pra saber disso”, criticou.
Na sequência, ela disse que o Corpo de Bombeiros teria feito o salvamento se o caso tivesse ocorrido no Brasil. “Segundo o depoimento do guia turístico do grupo em que ela estava (…) ele volta, avista a Juliana há 150 metros… Eu não posso ter certeza, mas vou dar minha opinião aqui: o Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro teria resgatado essa mulher, ou, pelo menos, tentado com corda já nos primeiros dias”, disse.
“Tortura”
Ao todo, foram quatro dias de tentativas de resgate. Nesta segunda (23/6), a operação foi interrompida por causa das condições climáticas na região. “Um dia inteiro, e eles avançaram apenas 250 m abaixo. Faltavam 350m para chegar na Juliana, e eles recuaram mais uma vez. Mais um dia”, escreveu a família, que acusa negligência.
Em seu desabafo, Isabelle Benito criticou as tentativas frustradas de resgate e disse que a família sofreu uma “tortura” ao assistir um salvamento que nunca aconteceu de fato. “Como é que pode, desde sábado, essa família sofrer a tortura de ter imagens de um resgate que não aconteceu?”, lamentou.
Morte confirmada
A morte de Juliana Marins, de 26 anos, brasileira que caiu em uma trilha perto de um vulcão, na Indonésia, foi confirmada pela família por meio das redes sociais. “Hoje, a equipe de resgate conseguiu chegar até o local onde Juliana Marins estava. Com imensa tristeza, informamos que ela não resistiu. Seguimos muito gratos por todas as orações, mensagens de carinho e apoio que temos recebido”.
Juliana Marins deslizou por uma vala enquanto fazia a trilha do vulcão Rinjani, em Lombok. Ela fazia um mochilão pela Ásia e já tinha passado por países como Tailândia e Vietnã. Nessa segunda (23/6), ela foi vista por um drone com sensor térmico, mas estava imóvel. A Basarnas informou que a brasileira estava a cerca de 500 metros do ponto em que caiu.
Isabelle Benito faz desabafo após morte de Juliana Marins na indonésia:
“É um tamanho descaso o que fizeram com a Juliana (…) O Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro teria resgatado essa mulher, ou pelo menos, tentado com corda já nos primeiros dias.” #SBTRio pic.twitter.com/oUXLhhpyUW
— Brenno (@brenno__moura) June 24, 2025











