
Fábia OliveiraColunas

Juliana Marins detalhou última conversa com os pais antes de morrer
A brasileira Juliana Marins, que se acidentou durante uma trilha na Indonésia, teve sua morte confirmada na manhã desta terça-feira (24/6)
atualizado
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A brasileira Juliana Marins, de 26 anos, teve sua morte confirmada na manhã desta terça-feira (24/6). Em um comunicado oficial, a família confirmou que ela não resistiu após escorregar e cair durante uma trilha perto de um vulcão na Indonésia. A jovem estava há dias esperando por resgate. Nas redes, Juliana detalhou sua última conversa com os pais antes do acidente.
“Chorando de saudade”
A brasileira realizava um mochilão pela Ásia e já tinha passado por países como a Tailândia e Vietnã antes de se acidentar na Indonésia. Toda a viagem vinha sendo registrada em seu perfil no Instagram, com fotos, vídeos e declarações da experiência. Em uma dessas publicações, ela se emocionou ao recordar uma conversa com a família por videoconferência.
“Hoje liguei pra eles chorando de saudade”, disse ela, em uma postagem do dia 27 de maio. “Terminei a ligação com um sorrisão no rosto, rindo das bobeiras dos meus pais, e com uma paz no coração por ter vindo ao mundo nessa família. Ah, e claro que minha irmã teve que sair no início da conversa porque ela tinha que entrar numa reunião”, relembrou Juliana.
Morte confirmada
Em um comunicado, a família confirmou que Juliana Marins foi encontrada sem vida nesta terça (24/6). “Hoje, a equipe de resgate conseguiu chegar até o local onde Juliana Marins estava. Com imensa tristeza, informamos que ela não resistiu. Seguimos muito gratos por todas as orações, mensagens de carinho e apoio que temos recebido”, diz o comunicado.
A jovem estava desde o último sábado (21/6) à espera de resgate – as equipes de socorro só conseguiram localizá-la quatro dias depois. Natural de Niterói (RJ), Juliana realizava um mochilão pela Ásia quando deslizou por uma vala enquanto fazia a trilha do vulcão Rinjani, em Lombok.
Ela realizava o passeio ao lado de outros turistas. Após escorregar no caminho, ela só parou a uma distância de 300 metros de onde o grupo estava. Anteriormente, foi divulgado que Juliana teria recebido socorro, porém a informação acabou desmentida pela família. Nesta segunda-feira (23/6), Juliana foi vista por um drone com sensor térmico. Ela estava imóvel.











