Thelma Assis vence mais um processo por racismo: "Lutem"
Ao anunciar a vitória, a apresentadora celebrou a decisão judicial e incentivou os seguidores a lutarem pelos próprios direitos

Thelma Assis anunciou, nesta quinta-feira (8/10), que venceu mais um processo relacionado a um caso de racismo.
Em publicação nos Stories do Instagram, a campeã do BBB20 contou que o condenado deverá cumprir um ano de serviços comunitários.
“Acabo de saber: ganhei mais um processo antirracista! Dessa vez, em uma live na qual fomos chamadas de macacas. O condenado vai prestar um ano de serviços comunitários”, escreveu.
O que disse a apresentadora
Na publicação, Thelma agradeceu à Justiça do Pará e aos advogados envolvidos no caso. Ela também mencionou Luanda Vieira e demonstrou respeito pelo trabalho e pela trajetória da escritora e jornalista. “@luandavieira todo meu respeito à sua existência e ao seu trabalho”, declarou.
A médica ainda incentivou os seguidores a lutarem pelos próprios direitos: “Lutem pelo direito de vocês!”.
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Em maio de 2020, Thelma participou de uma live no Instagram com Luanda Vieira, então editora de moda da revista Glamour. Durante a transmissão, as duas foram alvo de comentários racistas. Entre as mensagens publicadas estavam ofensas direcionadas à campeã do BBB20 e comentários pejorativos sobre mulheres negras.
Na época, Thelma também falou publicamente sobre a frequência dos ataques. Em entrevista ao Encontro, da TV Globo, a médica afirmou que sofria algum tipo de injúria racial em praticamente todas as suas transmissões ao vivo e incentivou o público a denunciar os responsáveis pelas mensagens.
Vale lembrar que, em junho deste ano, Thelma Assis também venceu um processo movido contra o empresário Rodrigo Branco por declarações racistas feitas durante uma live no Instagram, em 2020, enquanto ela estava confinada no BBB 20.
Na ocasião, ele afirmou que a torcida pela médica existia porque ela seria uma “negra coitada” e fez comentários discriminatórios sobre a jornalista Maju Coutinho. A Justiça de São Paulo condenou o empresário a pagar R$ 40 mil por danos morais, além de juros e correção monetária.











