Romário fala do legado deixado no futebol e analisa Brasil na Copa
O ex-jogador Romário conversou com exclusividade com a coluna e falou sobre a participação da Seleção na Copa do Mundo de 2026

O ex-jogador Romário, que está nos Estados Unidos para a cobertura da Copa do Mundo de 2026, abriu o coração em conversa com a coluna Fabia Oliveira e falou do seu legado deixado no futebol. O ex-atleta também analisou a participação da Seleção Brasileira na competição e apontou o que falta para a equipe ser hexacampeã mundial.
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Legado
No bate-papo, Romário disse que se sente realizado pelas conquistas alcançadas no futebol. “Eu sempre tive muita vontade de conquistar o meu espaço, de querer ser um dos grandes da história”, começou.
“Hoje, depois de tanto tempo, posso dizer que essas conquistas são coisas que vieram de muita determinação, muita força de vontade. Cara, assim, eu sou muito muito feliz e muito completo por tudo isso que eu fiz, que eu deixei e que eu estou deixando”, seguiu.
Romário também deu sua opinião sobre a paixão de boa parte dos torcedores pela seleção de 1994, quando o Brasil foi tetracampeão jogando justamente nos Estados Unidos.
“Aquela conquista foi uma conquista muito especial, muito significativa. Não foi só o futebol. O povo, o Brasil em si no geral, estava vivendo problemas econômico, financeiro, político, violência, e a gente conseguiu resgatar pelo menos alguns dias a alegria, o sorriso do brasileiro”, afirmou o ex-jogador.
Analisou a Seleção
O atual senador comentou, ainda, sobre seu lado torcedor: “Eu sou exatamente que nem todo mundo. Sou gente como a gente. Pode ter algum brasileiro que torça pro Brasil igual a mim, mais do que eu não existe”, brincou.
“Eu quero realmente que o Brasil seja hexacampeão. A gente sabe que é muito difícil, mas que a nossa a nossa camisa é muito pesada, é muito respeitada, muito conceituada, e por esse motivo eu tenho certeza que o Brasil vai chegar”.
Questionado sobre o que falta para a Seleção Brasileira ser campeã, Romário fez uma análise concisa: “O primeiro tempo do jogo do Haiti, aquela formação que o Ancelotti colocou em campo, ela é muito positiva e eu sou muito a favor disso. Infelizmente uma peça importante que é o Rafinha acabou machucando. A estreia contra o Marrocos foi muito ruim, na minha opinião.”
O ex-jogador aproveitou a oportunidade para mandar um recado aos atletas da equipe brasileira. “Eles hoje estão entrando em campo para a carreira deles, para os familiares deles, para os amigos deles, e principalmente para um povo que vive o futebol. Hoje o Brasil pára para ver o futebol. Então assim, dá a vida, fazer o máximo possível”, encerrou.

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