Rodrigo Santoro fala da carreira no cinema: “Gosto de me arriscar”.
O ator Rodrigo Santoro venceu nesta terça-feira (4/8) o prêmio Grande Otelo como Melhor Ator Coadjuvante pelo filme O Último Azul
O ator Rodrigo Santoro foi um dos grandes vencedores do Prêmio Grande Otelo 2026, que aconteceu nesta terça-feira (4/8) no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em conversa com a imprensa, o artista relembrou sua carreira no cinema e disse que busca sempre sair da sua zona de conforto: “Tenho apetite pelo desconhecido”, afirmou.

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Ver todas“Incentivo”
Rodrigo Santoro venceu o prêmio na categoria Melhor Ator Coadjuvante pelo seu personagem Cadu no longa O Último Azul. Antes de subir ao palco para receber sua estatueta, o ator conversou com os jornalistas e disse que o momento é de celebrar o cinema brasileiro.
“As indicações são um incentivo muito grande, né? Porque eu acredito na importância do desafio, do risco. Eu gosto de me arriscar. Eu gosto de sair da zona de conforto e fazer alguma coisa que eu não tenho ideia de como eu vou fazer, que eu fico nervoso antes de começar”, afirmou o artista.
Ele continuou: “Eu não vim aqui pra receber prêmio nenhum, eu não tô esperando absolutamente nada a não ser celebrar e reencontrar os meus amigos, celebrar o momento que o cinema brasileiro nacional tá vivendo”, completou.
“Eu comecei a trabalhar ali no que a gente chama a retomada do cinema brasileiro, no final dos anos 90, acompanhando a jornada do cinema, fazendo parte da história do cinema do nosso país. E tô muito feliz de tá aqui celebrando junto com as pessoas, revendo as pessoas”, celebrou o ator.
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Rodrigo Santoro também disse que, apesar dos anos de carreira e de ter estrelado diversos filmes nacionais e internacionais, ainda segue muito “curioso” e buscando o “desconhecido”.
“Tem muita coisa ainda para fazer. Continuo muito curioso como ator, e espero continuar fazendo personagens diferentes. Eu tenho um apetite pelo desconhecido. No cinema brasileiro foi onde eu comecei e onde eu continuo trabalhando. Tenho oportunidades em trabalhar em outras culturas, sou muito grato a isso, mas continuo fazendo parte da indústria audiovisual brasileira”, concluiu.
















