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Réu acusado de golpe, Carlinhos Maia nega responsabilidade por publi
O influenciador se defendeu em uma ação após ser acusado de divulgar golpe e fazer propaganda enganosa; a coluna conta detalhes exclusivos
atualizado
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Em meio ao tão falado divórcio de Lucas Guimarães, Carlinhos Maia cultiva outra preocupação: se defender em uma ação judicial em que se tornou réu, acusado de propaganda enganosa. No último dia 8, o influenciador apresentou sua contestação e disse não ter nada a ver com os problemas da autora.
O que aconteceu?
Como já revelado pela coluna Fábia Oliveira, o influenciador foi processado junto com a Positivo por Amanda do Nascimento Alves Rodrigues. A moça diz ter chegado até a empresa após uma propaganda feita por Maia em seu perfil no Instagram. Nela, o influencer divulgava os serviços da Positivo como uma ferramenta para “iniciar 2025 com o nome limpo”. Carlinhos teria afirmado que a empresa limpava o nome dos endividados em até 30 dias e, de quebra, liberava um cartão de crédito para os negativados.
Amanda diz ter confiado na palavra de Carlinhos Maia, razão pela qual procurou a empresa e pagou R$ 497 por sua atuação. A decepção teria surgido logo em seguida, ao verificar que as promessas não foram cumpridas, sem que qualquer serviço fosse executado.
A defesa de Carlinhos Maia
Nos documentos ao qual a coluna Fábia Oliveira teve acesso com exclusividade, Carlinhos Maia disse não ter nada a ver com os problemas narrados por Amanda do Nascimento na ação. O influencer alegou que a Positivo deveria ser a única ré na ação, uma vez que seu contrato era de simples divulgação.
Carlinhos afirmou não fazer parte da cadeia de fornecimento e não poder ser responsabilizado por uma falha nos serviços da empresa que Amanda contratou. Ele disse, ainda, ser um mero influenciador digital que atua como divulgador dos serviços.
Segundo o influenciador, enquanto garoto-propaganda, ele não possui a obrigação de apurar a veracidade ou supostos abusos nos anúncios que é pago para fazer. O famoso ainda rejeitou a acusação de ter feito propaganda enganosa para a Positivo. Isso porque, para Carlinhos Maia, isso só teria acontecido se tivesse divulgado os serviços da empresa com a intenção clara e inequívoca de enganar seu público.
Judicialmente, Amanda do Nascimento pediu que a Positivo e seu diretor, Igor Lima, a ressarçam no valor pago pelos serviços não executados. Pediu, ainda, que a empresa e Carlinhos Maia sejam responsabilizados por propaganda enganosa e, junto a Igor, arquem com uma indenização de R$ 30 mil por danos morais.
Em sua defesa, Carlinhos Maia pontuou que Amanda não comprovou ter sofrido danos morais ao se frustrar com os serviços que ele divulgou. Ele a acusou, ainda, de pedir um valor abusivo de indenização para enriquecer às suas custas.
Vale lembrar que, no Reclame Aqui, os anúncios feitos por Carlinhos Maia para a Positivo dão lugar a diversas reclamações. A maioria associa a divulgação do influenciador à frustração com os serviços não prestados pela empresa.
Até a redação desta matéria a Positivo ainda não havia apresentado sua defesa.












