
Fábia OliveiraColunas

Repórter do SBT diz ter sido agredida por equipe de MC Ryan em presídio
Lisa Gomes relatou ao vivo no Fofocalizando ter sido empurrada durante cobertura na porta da unidade prisional em São Paulo
atualizado
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Lisa Gomes, repórter do Fofocalizando, denunciou ao vivo durante a edição do programa do SBT ter sido agredida por seguranças e amigos de MC Ryan SP.
Veja vídeo
URGENTE! Lisa Gomes e sua equipe são supostamente agredidos por amigos, e seguranças de Mc Ryan ao vivo. #FofocalizandoNoSBT pic.twitter.com/vUPZdfI7pB
— Brenno (@brenno__moura) April 23, 2026
Pedido da PF mantém prisão
O músico está preso em São Paulo e é investigado na Operação Narco Fluxo, deflagrada pela Polícia Federal para apurar um suposto esquema de lavagem de dinheiro com movimentação superior a R$ 1,6 bilhão.
Mais cedo, a Justiça de São Paulo concedeu habeas corpus aos investigados na operação, incluindo o funkeiro. A decisão, no entanto, foi suspensa após pedido de prisão preventiva feito pela Polícia Federal, e o artista segue detido.
Repórter relata agressão
Na porta do presídio, em São Paulo, familiares de MC Ryan realizaram um protesto enquanto aguardavam a soltura do cantor, o que não aconteceu. Foi nesse momento que, segundo relato da repórter, ocorreu a agressão.
Lisa afirmou ao vivo que tentava se aproximar de Giovanna Roque, esposa de MC Ryan, que estava no local, quando acabou sendo empurrada. “Vocês não vão agredir a imprensa, tem que respeitar”, disse ela durante a confusão.
Em seguida, a jornalista detalhou o episódio. “Fomos empurrados pelos seguranças do MC Ryan, da namorada do MC Ryan, porque ele não deixou se aproximar nesse momento e agora eles estão empurrando a gente.”
Entenda
A Justiça Federal determinou, na tarde desta quinta-feira (23), a conversão em prisão preventiva de Ryan Santana dos Santos, o MC Ryan, de Marlon Brendon Coelho Couto da Silva, conhecido como MC Poze do Rodo, e dos demais alvos da Operação Narco Fluxo. A medida foi tomada pela 5ª Vara Federal de Santos após solicitação da Polícia Federal.
Segundo as investigações, o grupo é suspeito de integrar uma organização criminosa estruturada para lavagem de dinheiro ligada a apostas e rifas ilegais. A apuração aponta movimentação financeira superior a R$ 1,6 bilhão.
O novo desdobramento ocorreu poucas horas depois de o Superior Tribunal de Justiça conceder habeas corpus aos presos na operação. A decisão considerou irregular a manutenção das detenções, já que o pedido inicial da Polícia Federal previa prisão por cinco dias, e não por 30 dias, como havia sido determinado anteriormente.
Apesar da concessão do habeas corpus, a Polícia Federal apresentou novo pedido de prisão preventiva, que acabou aceito pela Justiça Federal. Com isso, os investigados permanecem detidos.
Os alvos da operação estão presos desde o último dia 15.







