
Fábia OliveiraColunas

Repórter da Band desabafa e detalha ataque de bandidos: “Cercado”
O jornalista Rafael Batalha, da Band, foi abordado por bandidos enquanto fazia a cobertura de uma ação policial numa favela de São Paulo
atualizado
Compartilhar notícia

O jornalista Rafael Batalha, da Band, viveu momentos de pavor na noite desta quinta-feira (10/7) durante uma cobertura policial em Paraisópolis, zona sul de São Paulo. O repórter do Brasil Urgente foi cercado por supostos criminosos enquanto ele fazia uma entrada ao vivo na atração. Após o susto, ele se pronunciou e detalhou o ocorrido.
Confronto e ataques
A equipe do programa policial da Band fazia a cobertura dos protestos que tomaram conta da comunidade após a morte de um morador em confronto com a polícia quando o carro da emissora foi cercado. “A gente queria só mostrar a gravidade da situação, mas fomos surpreendidos”, relatou o repórter Rafael Batalha durante o Brasil Urgente.
Mais tarde, nas redes sociais, o jornalista fez questão de acalmar os seguidores e deu detalhes do ocorrido. “O dia foi intenso. De uma casa bomba no Jaguaré ao chamado para Paraisópolis, onde houve confronto entre criminosos e policiais. Cerca de 8 minutos antes de chegarmos ao local da ocorrência, encontramos barricadas com fogo. Decidimos retornar, mas queríamos registrar o fato”, começou.
“Cercado”
De acordo com Batalha, os supostos bandidos não queriam a presença da imprensa. “Ao virar por uma rua, fomos surpreendidos por um grupo que não queria a imprensa por perto. Nosso carro foi cercado, tentaram tirar o veículo, apedrejaram a viatura e aos socos no vidro, conseguimos ir embora”, explicou. “Estamos todos bem. E pelo amor à profissão, tudo vale a pena”, encerrou o repórter.
Nas redes sociais, amigos e seguidores de Rafael Batalha lamentaram o ocorrido. “Tem que amar demais a profissão. Por essas e outras que abandonei o jornalismo. Parabéns pelo trabalho Rafa”, escreveu Rodrigo Ramos. “Meu Deus, fiquei preocupada com vocês. Graças a Deus conseguiram sair”, celebrou Ivone Motta.







