
Fábia OliveiraColunas

Proposta de Cíntia Chagas teria causado fim da relação com Lucas Bove
Segundo colunista, pedido da influenciadora teria mudado os rumos do casamento com o político
atualizado
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Cíntia Chagas teria proposto uma relação aberta com mulheres ao então marido, o deputado estadual Lucas Bove, segundo informações divulgadas pelo colunista Ricardo Feltrin em seu canal no YouTube nesta segunda-feira (3/11).
Feltrin afirmou ter tido acesso a trechos do processo de separação do ex-casal, que corre em sigilo.
Lucas Bove teria recusado a proposta
De acordo com o jornalista, a sugestão de Cíntia teria sido feita três meses após o casamento. Ela teria proposto que ambos pudessem se relacionar com outras mulheres.
O jornalista relatou que, segundo os documentos, a influenciadora teria dito: “Você sai com a mulher que você quiser e eu saio com a mulher que eu quiser”. Bove, no entanto, teria recusado imediatamente, o que, ainda conforme o colunista, a deixou “furiosa”.
O deputado teria reafirmado sua negativa citando sua postura política conservadora. A recusa teria sido seguida de uma discussão que se tornou pública durante o casamento de um amigo político de Lucas, ocorrido no dia seguinte à proposta.
Fotos teriam causado irritação
O colunista também afirmou que, após o término, Cíntia teria alertado que, caso informações do casamento fossem expostas, a multa prevista no processo de divórcio seria de R$ 1 milhão.
Ainda segundo Feltrin, Cíntia teria se irritado com publicações de Lucas com outras mulheres. Uma foto do deputado com Zoe Martinez, na época da campanha eleitoral no ano passado, teria causado desconforto na influenciadora, que não gostava da vereadora por São Paulo.
Imagens de Bove com Pietra Bertolazzi também teriam provocado reação negativa da comunicadora.
Relembre
O casamento entre Cíntia Chagas e Lucas Bove terminou em agosto de 2024, poucos meses após a união. Em 4 de setembro de 2024, Cíntia registrou boletim de ocorrência acusando o ex-marido de violência doméstica.
A investigação avançou, e, em outubro de 2025, o Ministério Público de São Paulo pediu medidas cautelares contra Bove, incluindo pedido de prisão preventiva.









