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Fábia Oliveira

Mariana Goldfarb fala sobre perseguição de stalker: “Temos que usar a voz”.

Em conversa com a Coluna Fábia Oliveira, Mariana comentou episódios de invasão de privacidade e defendeu que mulheres não se calem

15/10/2026 20:54

Mariana Goldfarb marcou presença na Noite das Musas da Grande Rio e conversou com a Coluna Fábia Oliveira sobre sua relação com o Carnaval, a importância da representatividade cultural e a possibilidade de investir na carreira de atriz.

A influenciadora também comentou os episódios de invasão de privacidade que relatou ter enfrentado recentemente.

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Carnaval

Integrante da escola de Duque de Caxias pelo quarto ano consecutivo, Mariana contou que ainda sente frio na barriga com a proximidade do desfile. Para ela, a experiência de conhecer o Carnaval transformou sua relação com a felicidade.

“Eu não estou acreditando que é o meu quarto ano com a Grande Rio. Passou voando. Mas, depois que eu conheci o Carnaval, sou uma pessoa muito mais feliz. Agora eu descobri o que é felicidade genuína mesmo. O melhor dia da minha vida foi o dia em que eu entrei na avenida”, declarou.

Representatividade e espiritualidade

Neste ano, a Grande Rio levará à avenida um enredo relacionado às matrizes africanas e à religiosidade. Ao falar sobre o tema, Mariana se definiu como uma mulher espiritualizada, embora não siga uma religião específica.

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“Eu me encontro nas forças da natureza, sou uma pessoa que tem muita fé, mas não tenho nenhum dogma que interfira na minha vida”, afirmou. Para ela, a conexão com o divino também está relacionada à maneira como as pessoas tratam umas às outras. “O amor que a gente sente pelo próximo é a maior forma que a gente se conecta com o divino. E o amor que a gente sente pela gente mesmo também”, completou.

A influenciadora ainda destacou o papel do Carnaval na aproximação do público com culturas que nem sempre recebem espaço em outros ambientes. “É muito importante no Carnaval trazer partes da cultura que a gente não conhece, de lugares que a gente não conhece. Tem tanta coisa que a gente não faz ideia”, disse.

Na avaliação de Mariana, a festa permite conhecer outros povos e tradições, favorecendo a troca cultural. “Eu acho que o Carnaval também abre muitas portas para que a gente conheça outras culturas, outros povos. Essa miscigenação, toda a intercultura. Então, eu acho isso máximo”, acrescentou.

Possibilidade de ser atriz

Conhecida pelo trabalho como influenciadora, Mariana também foi questionada sobre a possibilidade de seguir carreira como atriz. Ela demonstrou interesse, mas ressaltou que gostaria de participar de projetos com os quais tivesse identificação e que transmitissem alguma mensagem.

“Se for uma coisa que faça sentido e que eu consiga, por exemplo, dar voz a uma personagem em que eu acredito, ou que vá trazer algum tipo de proposta ou de voz por trás, acho que, para mim, faz sentido. Uma mensagem mais potente”, explicou.

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Mariana Goldfarb grava video para as redes sociais
Mariana Goldfarb solta o verbo sobre coaches de relacionamento: "Jogo"
"Medo", desabafa Mariana Goldfarb ao expor mensagem de stalker
Mariana Goldfarb posa com seu pet
Mariana Goldfarb
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Mariana Goldfarb

Reprodução/Instagram
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Mariana Goldfarb grava video para as redes sociais

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Mariana Goldfarb solta o verbo sobre coaches de relacionamento: "Jogo"
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Mariana Goldfarb solta o verbo sobre coaches de relacionamento: "Jogo"

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"Medo", desabafa Mariana Goldfarb ao expor mensagem de stalker
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"Medo", desabafa Mariana Goldfarb ao expor mensagem de stalker

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Mariana Goldfarb posa com seu pet

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 Invasões de privacidade

Durante a conversa, Mariana também falou sobre situações de invasão de privacidade que trouxe a público, incluindo um episódio envolvendo perseguição por um stalker e outro em que teria sido gravada indevidamente em uma academia.

Sem detalhar o andamento de eventuais medidas judiciais, ela refletiu sobre os limites que mulheres precisam estabelecer diante desse tipo de situação e sobre a importância de denunciar e dar visibilidade aos casos.

“Isso acontece bastante, e acho que acontece em todos os âmbitos quando se é mulher. A gente tem que começar a entender o que é ser mulher, de fato, e o que significa o nosso corpo em outros locais”, afirmou.

Aos 35 anos, Mariana contou que ainda está compreendendo diferentes aspectos dessa experiência. “Hoje, só com 35 anos, estou entendendo o que significa ser mulher”, declarou.

Para a influenciadora, falar abertamente sobre essas situações é uma forma de enfrentar as transgressões de limites e incentivar outras mulheres a se posicionarem. “A gente tem que usar a nossa voz. O que a gente tem de mais importante é a nossa voz. A gente não pode se calar”, concluiu.