Fábia Oliveira

Lívia Andrade x Marcos Araújo: especialista explica medida protetiva

Apresentadora relatou perseguição e abuso após o fim do relacionamento; advogada explica o peso jurídico da decisão depois das denúncias

atualizado

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Lívia Andrade fala sobre fim do namoro com Marcos Araújo - Metrópoles
1 de 1 Lívia Andrade fala sobre fim do namoro com Marcos Araújo - Metrópoles - Foto: Instagram/Reprodução

A Justiça concedeu uma medida protetiva de urgência à Lívia Andrade após ela denunciar o ex-marido, Marcos Araújo, por perseguição, ameaças e abuso. A decisão determina que ele mantenha distância e não faça qualquer tipo de contato com a apresentadora, medida prevista na Lei Maria da Penha para situações em que há risco à integridade física e emocional da vítima.

Segundo o relato apresentado às autoridades, os episódios teriam ocorrido após o término do relacionamento, gerando um quadro constante de medo e insegurança. Diante da gravidade das acusações, o Judiciário optou por uma resposta imediata, justamente para evitar a escalada da violência e preservar a segurança da denunciante.

Especialista comenta caso

Para a advogada Silvana Campos, especialista em direito criminal e feminicídio, a concessão da medida protetiva é um passo fundamental em casos como esse.

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Marcos Araújo e Lívia Andrade.
Lívia Andrade e Marcos Araújo terminaram o relacionamento recentemente
Livia Andrade e Marcos Araújo
Lívia Andrade
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“Quando a mulher relata perseguição contínua, intimidação ou qualquer comportamento que comprometa sua liberdade e tranquilidade, o Estado precisa agir de forma preventiva. A medida protetiva existe para interromper o ciclo da violência antes que ele se torne irreversível”, explicou.

Além do afastamento, decisões desse tipo costumam ter impacto direto na rotina da vítima, garantindo a ela condições mínimas de segurança para reorganizar a própria vida. “Não se trata apenas de proibir a aproximação do agressor, mas de reconhecer que há um risco concreto e que a palavra da mulher deve ser levada a sério”, reforçou a especialista.

O caso também chama atenção para a importância da denúncia em situações de violência que nem sempre deixam marcas visíveis: “Perseguição, controle e abuso psicológico são formas graves de violência e, muitas vezes, antecedem agressões ainda mais severas. A atuação rápida da Justiça pode salvar vidas”, afirmou Silvana Campos.

A defesa do ex-marido nega as acusações, mas a medida segue em vigor enquanto o caso é analisado. Especialistas ressaltam que decisões liminares são comuns em situações sensíveis como essa, justamente para garantir proteção imediata até que todos os fatos sejam apurados.

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