Leilão de Porsche de Val Marchiori tem nova anulação em ação de dívida
A coluna descobriu novos detalhes da batalha envolvendo a socialite, sua Porsche e uma dívida de mais de R$ 500 mil com um banco

A coluna Fábia Oliveira descobriu que o segundo leilão da Porsche de Val Marchiori acabou anulado pela Justiça. A decisão surpreende, já que o primeiro procedimento já havia recebido o mesmo destino. Para quem não lembra, o Banco do Brasil cobra da empresária uma dívida de mais de meio milhão de reais.
Em outubro, a socialite apresentou um recurso sustentando que o segundo leilão ocorreu com flagrantes irregularidades, confrontando a lei e comprometendo a transparência e publicidade do rito. Os vícios, segundo a empresária, seriam insanáveis e tornariam insustentável a manutenção do resultado.

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Ver todasNo dia 03 de novembro, o juiz da ação tornou nula a arrematação do veículo de luxo de Marchiori, mais uma vez.
Confusão
A coluna descobriu que o leiloeiro responsável pelo leilão peticionou na ação manifestando discordância e refutando os apontamentos de Val Marchiori. O profissional acabou levando uma invertida do juiz, que foi rígido ao lembra-lo de que não possui capacidade postulatória, ou seja, capacidade de fazer valer e defender as próprias pretensões e, por consequência, não pode praticar atos na ação.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesO arrematante do veículo, que também se consagrou campeão do primeiro leilão anulado, deixou clara sua frustração e defendeu a manutenção do resultado. O juiz, no entanto, manteve a decisão.
Pedido do credor
No dia 18 de novembro, o Banco do Brasil, maior prejudicado em toda essa novela, pediu que a Porsche seja encaminhada para o terceiro leilão eletrônico. A instituição, credora de Val Marchiori, pediu que o gestor de leilões seja alertado para respeitar fielmente a legislação e, em especial, o dispositivo que fala sobre os prazos. O desrespeito deles foi a causa de anulação dos dois leilões até agora.
No dia 19, o juiz pediu a intimação do leiloeiro e aproveitou para lembrá-lo que uma terceira anulação levará à sua destituição do cargo e comunicação à Corregedoria Geral da Justiça. Eita!










