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Fábia Oliveira

Júlio Cocielo e donos do PodPah são processados após falas sobre PCD

A coluna descobriu, com exclusividade, que os famosos figuram como réus em uma ação ajuizada no último dia de 2025, 31 de dezembro

18/02/2026 08:00, atualizado 18/02/2026 08:11
Júlio Cocielo, Igão e Mítico
Júlio Cocielo e donos do PodPah são processados após falas sobre PCD

A coluna Fábia Oliveira descobriu que Júlio Cocielo e os donos do podcast PodPah, Igão e Mítico, encerraram o ano de 2025 com uma pendência na Justiça. Os famosos figuram como réus em uma ação ajuizada no último dia do ano, 31 de dezembro.

Entenda o caso

André Romão da Silva processou o YouTube e os apresentadores do podcast, além de Victor Henrique Assis Franca, CEO do projeto, e a PDPH Produções S.A. Nos autos da ação que a coluna teve acesso com exclusividade, o autor relata que é deficiente visual e que, há anos, pede ajuda financeira no trem em Osasco, São Paulo.

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Em um episódio do podcast, de setembro de 2025, Igão e Mítico receberam Júlio Cocielo e Pedro Gui como convidados. Na oportunidade, os réus teriam dito que André possui, sim, a visão e que é dono de diversos imóveis em Osasco.

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Apresentadores do PodPah, Igão e Mitico tatuam os próprios pênis entrelaçados
Apresentadores do PodPah, Igão e Mitico tatuam os próprios pênis entrelaçados
Tata e Julio Cocielo
Julio Cocielo e Tata Estaniecki
Júlio Cocielo
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Júlio Cocielo

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André chama as falas de desabonadoras e mentirosas, afirma não possuir os supostos apartamentos e diz depender da ajuda esporádica de parentes e vizinhos. Ele acusa, ainda, os réus de desrespeitaram sua condição de saúde e seu estado de pobreza.

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O rapaz chegou a juntar aos autos um laudo médico atestando sua deficiência. Segundo ele, depois do episódio, passou a ser abordado no trem e questionado acerca de seu verdadeiro estado de saúde e sua saúde financeira.

Na ação, André observa que o vídeo do episódio já reúne mais de 1,7 milhões de visualizações no Youtube, além de números expressivos em outras redes, como o Instagram e o TikTok.

Pedidos e liminar negada

André pediu uma liminar para obrigar a PDPH Produções a suspender o vídeo em seus canais. A tutela, no entanto, foi negada pela juíza, que observou não ser possível confirmar, ainda, que as falas dos famosos se referem mesmo ao autor, considerando que seu nome não foi mencionado.

Ele pede, ainda, que cada um dos réus arque com R$ 50 mil em indenização por danos morais, somando a quantia de R$ 250 mil. Por fim, o autor pede a retratação dos réus nas redes do PodPah.