
Fábia OliveiraColunas

Juiz nomeia novo perito em ação de R$ 100 mil contra Junior e Xororó
Os artistas vivem no centro de uma briga envolvendo um apartamento alugado pelo irmão de Sandy e a quebra do contrato de locação
atualizado
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A coluna Fábia Oliveira descobriu que a batalha judicial entre Junior Lima e seus pais, Noely e Xoroó, contra o empresário Décio Yoshimoto ganhou novos desdobramentos. O quarteto vive no centro de uma briga envolvendo um apartamento alugado pelo irmão de Sandy e a quebra do contrato de locação.
Esta colunista já havia adiantado, em primeira mão, que o juiz do caso, Sergio Ludovico Martins, determinou a realização de uma perícia para resolver o imbróglio. Na mesma decisão, de 9 de fevereiro, um perito foi nomeado para o caso. Descobrimos, no entanto, que o expert designado precisou ser substituído. O engenheiro civil declinou de sua nomeação acusando motivos de foro íntimo.
Após a manifestação, o magistrado indicou, na última segunda-feira (2/3), outro perito para atuar na ação contra Junior Lima. A mudança adia a perspectiva de início dos trabalhos de perícia e, por consequência, a entrega de um laudo conclusivo sobre o imóvel.
Agora, a Justiça espera a intimação do profissional para que comunique se aceita, ou não, sua nomeação. Havendo interesse em atuar, o engenheiro civil deve apresentar sua proposta de honorários a serem divididos por Junior Lima e Décio Yoshimoto.
Relembre o caso envolvendo Junior
O processo foi iniciado pelo empresário Décio Yoshimoto, que afirmou ter alugado um imóvel para o irmão de Sandy, figurando como fiadores contratuais seus pais. Segundo ele, Junior decidiu rescindir o contrato antecipadamente, sem cumprir o tempo mínimo de permanência acordado, com a justificativa de que o local era inabitável por causa de umidade e bolor persistentes, danosos à saúde.
Diante disso, ele solicitou judicialmente que Junior e seus fiadores, Xororó e Noely, paguem o débito de aproximadamente R$ 100 mil.
À Justiça, o trio se defendeu, disse que a multa contratual cobrada por Yoshimoto é indevida e pediu que a cobrança seja paralisada até que suas alegações em recurso sejam apreciadas e julgadas. Para justificar o pedido de suspensão, os três já indicaram um veículo para valer como garantia de pagamento da bolada que pede o proprietário.









