
Fábia OliveiraColunas

Influencer expõe constrangimento após não pagar taxa em restaurante
Amanda Fróes relatou uma situação que viveu na noite de segunda (6/4), quando saiu para jantar com seu companheiro na Zona Sul do Rio
atualizado
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A influenciadora Amanda Fróes relatou uma situação constrangedora que viveu na noite de segunda-feira (6/4), quando saiu para jantar com seu companheiro em um restaurante em Ipanema, na Zona Sul do Rio. O local é considerado um dos mais caros da cidade e famoso por receber celebridades.
“Queria muito levá-lo no restaurante, porque é muito comentado, mas nosso noite se transformou num inferno“, relatou Amanda.
Segundo a influencer, o casal que estava sentado em uma mesa ao lado de Cláudia Raia, do marido dela, Jarbas Homem de Mello, e o filho deles. Ainda de acordo com Fróes, tudo ocorrida bem, até que seu companheiro pediu um tiramisù.
“Comemos maravilhosamente bem. Eu, uma pasta com frutos do mar e ele um filé mignon com molho de pimenta negra e fritas. Ele queria um tiramisù e o garçom falou que não dava porque estava congelado. Ele ficou decepcionado e pediu a conta. Sem realizar o desejo de comer sua sobremesa, ele optou por não pagar a taxa de 13% [serviço do garçom]. A partir desse momento nos tornamos as piores pessoas do mundo”, disparou Amanda Fróes.
A influenciadora seguiu: “O garçom recebeu o pagamento, nem olhou mais na nossa cara e nem falou obrigado. Todo mundo desapareceu e nos deixaram lá sozinhos. Cláudia Raia já tinha ido embora. Eles fecharam a cara, nem olharam mais na cara da gente. Você se torna a pior pessoa do mundo só porque não pagou uma taxa que não é obrigatória”.
Ainda de acordo com Amanda, a situação deixou o casal constrangido. “A Cláudia Raia estava na mesa ao lado com sua família, foram super bem atendidos porque pagaram a taxa e a gente foi ignorado, como lixos, só porque decidimos não pagar. Isso é vergonhoso”, disse ela.
Por fim, ela demonstrou sua indignação com o que passou.
“Os funcionários deixaram a gente na mesa sozinhos, e só estavam esperando a gente ir embora para circularem. Nem [deram] um boa noite, nada. Nós vimos que eles estavam todos juntos falando da gente. Que coisa feia e falta de profissionalismo. Esses profissionais têm que ser treinados a permanecerem gentis e simpáticos com ou sem o recebimento da taxa de serviço, ela não é obrigatória”, finalizou.









