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Homem processa Ana Castela em R$ 700 mil após acusação de maus-tratos
A coluna descobriu que o caso foi iniciado por Dalton de Oliveira Rodrigues Vieira e envolve um post da sertaneja o chamando de “criminoso”
atualizado
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A coluna Fábia Oliveira descobriu que Ana Castela se tornou ré em uma ação indenizatória de cifras vultuosas. O caso, iniciado em 19 de fevereiro, envolve maus-tratos a um animal e mais de R$ 700 mil.
Dalton de Oliveira Rodrigues Vieira diz que, em um story, a sertaneja expôs sua imagem e o chamou, indevidamente, de “criminoso”. Ela teria o associado como “cúmplice” em um episódio de maus-tratos a um cavalo em Bananal, São Paulo, em 2025.
O episódio
Segundo consta nos documentos da ação, foram publicados na internet registros de um cavalo que teve as patas mutiladas. Dalton alega que não praticou os maus-tratos, nem incentivou ou concordou com os atos. Ele nega ter filmado qualquer ato de violência.
O autor expôs que o ocorrido levou à instauração de um processo criminal no qual o único acusado foi Andrey Guilherme Nogueira de Queiroz. O homem foi condenado em sentença de dezembro de 2025. Dalton sustenta que, conforme a decisão, sua participação nos fatos deu-se somente como testemunha.
Ação contra Ana Castela
Na ação à qual a coluna teve acesso, o homem alega que Ana Castela agiu sem verificar os fatos, iniciando uma verdadeira campanha de linchamento virtual. Dalton garante que o post da artista foi republicado e difundido massivamente por terceiros.
Ele afirma que a sertaneja, ao comentar tema com tal sensibilidade, conseguiu engajamento e lucro sob o uso indevido de sua imagem. Dalton diz ter sido demitido de seus dois empregos após a falsa imputação repercutir socialmente. Ele sustenta que a hostilidade pública culminou em abalos psicológicos, de modo a exigir acompanhamento médico e afastamento.
Pedidos e ação criminal
Na ação, o autor pede uma indenização por danos morais de R$ 700 mil. Ele pede, também, cerca de R$ 61 mil por lucros cessantes, isto é, a renda que deixou de auferir com a perda dos empregos. Não suficiente, ele pede que a Boiadeira seja condenada a se retratar publicamente.
Na mesma ação, Dalton informa que um processo criminal apartado apura os atos de Ana Castela, a fim de verificar a prática dos delitos de calúnia, difamação, injúria e ameaça.











