Galvão Bueno relembra dificuldades ao narrar Copa após cirurgia
O narrador esportivo Galvão Bueno revelou detalhes dos perrengues enfrentados na Copa do Mundo de 2026: “Foi um horror”, desabafou

O narrador esportivo Galvão Bueno abriu o coração e relembrou algumas das dificuldades enfrentadas para narrar a Copa do Mundo de 2026, realizada nos Estados Unidos, México e Canadá. Além dos perrengues por conta de uma cirurgia feita dias antes do evento, ele também voltou a criticar a organização do campeonato.

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O apresentador passou por uma cirurgia na coluna para a correção de uma hérnia de disco no dia 23 de maio, cerca de duas semanas antes do início do mundial. Galvão Bueno foi o narrador oficial das partidas do Brasil exibidas pelo SBT. Em entrevista a Danilo Gentili, ele comentou a tensão em voltar ao trabalho após o procedimento.
“Eu fiz uma cirurgia no dia 23 de maio, eu queria fazer depois da Copa, mas não deu pra segurar. Foram cinco horas e meia de cirurgia, eu ganhei de presente duas grandes placas e oito parafusos”, brincou o artista.
Ele seguiu: “Era um compromisso que eu tinha [narrar a Copa], fizemos todo um trabalho comercial, patrocinadores, trouxe ex-companheiros meus, juntou com a equipe daqui… Eu desci no aeroporto de Nova York no dia 8 de junho, duas semanas depois da cirurgia, de cadeira de rodas”, recordou Galvão.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles“No dia 9 já tive que fazer o credenciamento… Mal conseguia andar. Dois dias depois teve a abertura da Copa, mas no México eu não fui (…) Dois dias depois. estreia do Brasil. Quando eu cheguei lá [no estádio], nossa posição de narração tinha 58 degraus de escada pra subir”, disse.
Estrutura
O narrador esportivo afirmou que precisou de ajuda para chegar ao local de narração. “Eu ia me segurando e o pessoal da produção me empurrando atrás, me segurando. Fui fazendo fisioterapia, melhorando, não me arrependo nada”, argumentou.
Galvão Bueno também criticou a organização da Copa do Mundo e disse que a imprensa foi maltratada durante o evento. “Foi um horror, tem coisas lá na Copa que foram um horror. Eu reclamei muito pelo seguinte: a Copa de 1994 foi melhor de transmitir do que essa”, sacramentou.
“As nossas posições eram um horror. Era uma coisa espremida, apertada. Precisava de um conforto mínimo pra trabalhar. Todos os estádios eram de futebol americano, que eles transformaram”, completou.
















