Fábia Oliveira

Gal Costa: audiência entre viúva e suposto funcionário traz revelações

A Justiça do Trabalho realizou a primeira audiência do caso envolvendo Ed Wilson Aparecido e a viúva de Gal Costa, Wilma Petrillo

atualizado

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Apartamento de Gal Costa é colocado à venda e ex-produtor expõe motivo durante uma de suas apresentações - Metrópoles
1 de 1 Apartamento de Gal Costa é colocado à venda e ex-produtor expõe motivo durante uma de suas apresentações - Metrópoles - Foto: Instagram/Reprodução

A Justiça do Trabalho realizou a primeira audiência do caso envolvendo Ed Wilson Aparecido e a viúva de Gal Costa, Wilma Petrillo. O homem alega ter trabalhado para a cantora, que morreu em 2022, e sua companheira sem receber salário. A defesa nega o vínculo empregatício.

A audiência terminou sem acordo e disputa segue sem previsão de desfecho. Segundo informações do Splash Uol, um próximo encontro será realizado em abril.

O que disse o suposto funcionário de Gal Costa

No depoimento, Ed Wilson Aparecido afirmou que trabalhou de fevereiro de 2019 a agosto de 2022 na casa da cantora, tendo combinado o valor de R$ 2.250 por mês. No entanto, o dinheiro nunca teria sido depositado em sua conta.

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Gal Costa e Wilma Petrillo
Wilma Petrillo, viúva de Gal, se envolve em escândalo na Justiça
Gal Costa, uma das maiores cantoras do Brasil, morreu aos 77 anos, em São Paulo, em 9 de novembro de 2022
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Gal Costa, uma das maiores cantoras do Brasil, morreu aos 77 anos, em São Paulo, em 9 de novembro de 2022

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Wilma Petrillo, viúva de Gal, se envolve em escândalo na Justiça
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Wilma Petrillo, viúva de Gal, se envolve em escândalo na Justiça

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Ainda de acordo com o homem, suas tarefas eram domésticas como limpar a casa, fazer a jardinagem, ser motorista da cantora e lavar os carros. Ele detalhou que a esposa trabalhava na casa e a família vivia de seu salário, cerca de R$ 4.500. Mas, por mais de um ano antes da morte da artista, nem ele e nem a esposa receberam os valores.

Ed também chegou a contar que, por um tempo, ganhava somente o valor da gasolina da irmã da viúva. O suposto funcionário disse que parou de trabalhar cerca de três a quatro meses antes da morte de Gal Costa.

A versão de Wilma Petrillo

Wilma Petrillo, viúva de Gal Costa e inventariante do espólio da cantora, negou qualquer relação de trabalho com Ed Wilson. Na audiência, a empresária afirmou que o homem apenas frequentava a residência para buscar a esposa e que levava as roupas dele e da mulher para serem lavadas na casa delas.

Testemunhas são ouvidas

Algumas testemunhas foram ouvidas durante a audiência. Entre elas, um auxiliar de limpeza que disse ter visto um homem no imóvel chegando às 8 horas. Ele também contou que viu Ed saindo com Gal e Wilma algumas vezes, mas não soube dizer de quem era o carro.

Outra testemunha, uma assistente administrativa, contou ter encontrado o homem aspirando a casa, limpando janelas e cozinhando. Ela ainda detalhou que uma de suas responsabilidades era fazer o pagamento da mulher de Ed, mas não se lembra se pagava o dele.

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